Mostrando postagens com marcador Escolhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escolhas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

10 Lições que Apenas Mulheres Fortes Conhecem...

Uau!! Faz tempo que não escrevo aqui... De um ano para cá parece que a vida ficou mais agitada e o tempo mais curto. As pressões do trabalho cada dia maiores e os desafios cada vez mais crescentes, considerando que o cenário econômico definitivamente não está favorável. Além disso, o meu papel de mãe (que por sinal é o meu preferido), também me toma muito tempo... Mas achei que era a hora de voltar. Estou precisando colocar para fora o que tenho vivido... quero continuar compartilhando minhas experiências, minhas angústias e reflexões... Não só do mundo corporativo, mas da vida. Afinal, esse espaço é para falar de Vida e Carreira.

Para começar, quero compartilhar um texto que encontrei na internet e que me identifiquei muito. Acho que nós mulheres, sempre temos desafios adicionais pela frente... Não é fácil exercer tantos papéis, dar conta de tudo, não deixar os pratos caírem! Mas lendo essas lições, realmente acho que vale a pena. Espero que se identifiquem!



10 Lições que Apenas Mulheres Fortes Conhecem...
Escrito por Rachel Wolfson
1) Amar e perder
Uma mulher forte conhece a sensação de crescer próximo a alguém e então perder esta pessoa. No começo é devastador. “Como vou conseguir viver sem esta companhia?”, nos perguntamos. Mas, achamos um caminho de seguir em frente. Entendemos que a vida segue, mesmo que um amor ou um amigo não faça mais parte dela. Aprendemos como deixar as pessoas irem.
2) Arriscar
Uma mulher forte não tem medo de fazer o que ela acha ser melhor naquele momento. Não nos preocupamos demais com o longo prazo porque assumimos riscos e, no fim, sabemos que valeu a pena porque tudo saíra mais ou menos como planejado.
3) Levantar sozinha depois de cair
Uma mulher forte não tem medo do fracasso porque já passou por isso e sabe que, mesmo o que exige esforço e tempo, pode não dar certo. Mas, ainda assim, nós nos levantamos e começamos tudo outra vez. Quando perdemos um trabalho, um amor e uma oportunidade incrível, aceitamos a derrota e nos reinventamos.
4) Deixa a barra da saia dos pais
Uma mulher forte sabe o que é deixar o conforto da casa dos pais e se despedir deles a caminho do aeroporto sem data para voltar. Sabemos o que cuidar de nós mesmas e, por isso, entendemos e valorizamos demais a família.
5) Sai da zona de conforto
Uma mulher forte é capaz de entrar em uma sala lotada de desconhecidos e andar como se estivesse em casa. Nós nos jogamos em um novo trabalho, novo país, nova relação, nova cidade, novos amigos, novas experiências e tiramos o melhor disto tudo.
6) Lida com a solidão
Uma mulher forte sabe que as pessoas vão e vem, por isso aproveita a felicidade de estar rodeada de pessoas, mas também consegue lidar com os momentos em que se pega sozinha. Sabemos que, apesar de triste, a solidão é passageira.
7) Vive momentos extremos
Uma mulher forte já viveu no limite, como uma guerra, por exemplo. Conhece o som e o perigo das sirenes, das pessoas correndo na rua, do barulho de tiros e reconhece nos olhos de mãe e crianças que eles estão em perigo. Tudo isto nos faz mais fortes e nos ajuda e valorizar a vida.
8) Supera os medos
Mulheres forte têm medo, como qualquer outra pessoa, mas sabem que isso é irracional e que é preciso superar. Entramos num avião sem querer, mudamos de país sem empolgação pensando no crescimento que isso nos trará, visitamos alguém amado no hospital mesmo sem saber o que nos espera.
9) Estimula seu corpo
Uma muher forte conhece muito bem o próprio corpo e trabalha para deixá-lo mais forte. Nós respiramos, nos alongamos, nos alimentamos bem porque sabemos que saúde significa vida longa.
10) Sonha alto
Uma mulher forte sempre tem grandes sonhos. Nós estamos sempre querendo fazer alguma coisa e que seja o mais bem feito possível. Não dissemos para nós mesmas “não é possível”, simplesmente acreditamos e lutamos pelos objetivos.

Abraços!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Por um Mundo mais Feliz...


Começo o ano escrevendo sobre uma percepção que tem me incomodado nos últimos tempos... Onde eu vou, tenho observado o humor, ou melhor, a falta dele, em relação aos atendentes. Lojas, restaurantes, supermercados... é impressionante o quanto as pessoas parecem estar cansadas, ou "de saco cheio", se é que me entendem.

O ano mal começou e sinto como se as pessoas estivessem estressadas a ponto de não conseguirem abrir um sorriso sequer. O que está acontecendo? Onde está o problema?

Começo a imaginar as possíveis razões:

1 - Sabemos que lidar com o público não é tarefa fácil. Sempre tem aquela pessoa chata, exigente ao extremo que te faz perder a paciência...

2 - Os salários não andam nada bons. Por mais que o governo tente mostrar melhorias nesse setor, sabemos que a economia não está tão aquecida, os preços aumentaram, o custo de vida está cada vez mais alto, mas o salário quase não sofre alterações. Ou seja, o nosso poder aquisitivo diminuiu consideravelmente.

3 - Começo de ano = contas extras: escola, IPTU, IPVA, despesas do fim do ano... e assim entramos em Janeiro preocupados se daremos conta de tantas despesas que não param de chegar diariamente.

4 - A constatação de que 2014 começou sem grandes mudanças, quero dizer, criamos expectativas de que o ano velho acaba e com ele, acabam também os problemas... mas daí o ano novo começa o os problemas continuam lá, no mesmo lugar, muitas vezes maiores, para resolvermos.

Enfim, faria uma grande lista aqui das possíveis razões pelas quais as pessoas estão tão mau humoradas... mas ao mesmo tempo em que começo pensar nessa lista, reforço a minha crença de que tudo o que acontece conosco é fruto das nossas escolhas. Quero dizer, você está onde escolheu estar... Tá bom, eu sei que várias pessoas que estão lendo isso agora podem falar: "Eu não escolhi estar aqui, estou aqui por falta de escolha"....

Desculpe, mas não vou mudar minha opinião... até a falta de escolha, para mim, é uma escolha. 

Então, o meu convite é para uma profunda reflexão... adianta fazer cara feia, tratar mal as pessoas, com mau humor? Isso irá resolver os seus problemas?

Por mais infeliz que você esteja no seu trabalho, ele ainda é seu... ele está tomando uma boa parte do seu tempo e só por isso, já mereceria que você se empenhasse mais em passar por ele de maneira mais agradável.

Não estou dizendo que no meu trabalho também não tenho momentos de baixo astral, frustração, questionamentos... todos temos! E isso faz parte do processo de crescimento, desenvolvimento e amadurecimento profissional. Mas não é por isso que eu preciso transferir esse sentimento para as pessoas que estão ao meu redor... posso sim, trabalhar internamente para entender os motivos que estão me levando a isso e tentar resolver aquelas preocupações que me afligem.

Por um mundo mais feliz, menos ranzinza, por pessoas menos amargas... Esse é o meu desejo para 2014!!

Que possamos nos tornar cada vez mais conscientes das nossas escolhas... e lembrar que a situação que me encontro hoje é fruto das escolhas que fiz ontem... e que portanto, é somente responsabilidade minha.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Repensar...

Faz um tempinho que não passo por aqui para escrever... Tantos acontecimentos na minha vida, me forçaram a redefinir as prioridades... A notícia da gravidez foi maravilhosa, ao mesmo tempo em que encheu meus dias de compromissos e minha cabeça de novos pensamentos...

Sempre li e ouvi sobre a dificuldade da mulher em tomar a decisão sobre engravidar, especialmente aquelas que se dedicam à uma carreira e têm projetos profissionais para o futuro... E assim, o adiamento do sonho de ser mãe acontece ano a ano, até conseguir "aquele" cargo, "naquela" empresa, com "aquele" salário...

Isso também aconteceu comigo... Pensar como seria minha vida com uma criança era ao mesmo tempo emocionante e assustador... Mas em alguns momentos, você tem que decidir... porque senão, a vida e a natureza decidem por você!

Hoje, passados 5 meses desde a notícia de que a Giulia está a caminho, já me vejo repensando coisas... minha vida profissional, o local onde queremos morar, as prioridades que serão outras... E tudo isso tem um preço!

Será que continuaremos vivendo nessa cidade onde as oportunidades profissionais são intermináveis, mas a locomoção está cada dia mais caótica?

De todas as minhas preocupações e questionamentos, não tenho dúvidas que essa foi a pergunta da semana!! Vivo em uma cidade que é referência em termos de oportunidades de carreira, lazer, cultura... Desde muito cedo, sempre sonhei em viver aqui, vislumbrando todas as portas que se abririam... E se abriram!! Entretanto, passados 3 anos tentando ser uma "paulistana", chego à conclusão de que tenho passado mais de 2 horas por dia para ir e vir ao trabalho... certamente, se você também vive em São Paulo deve agora estar pensando: "Só 2 horas por dia e está reclamando?! Eu levo o dobro!!"... Pois é, mas eu moro a menos de 2 Km do meu trabalho, o que também foi uma condição para viver aqui...

E isso tem me amedrontado... o futuro nas grandes cidades, a qualidade de vida, o tempo que terei para me dedicar à minha família, as horas que vou ficar dentro do carro sofrendo porque poderia aproveitar aquele tempo de outra forma...

Cada vez mais é fato que vivemos de escolhas... Acho que o verbo "Escolher" é o mais presente nos nossos dias... a todo minuto estamos escolhendo algo... e escolher tem um peso, tem um significado...

Depois de escolher ser mãe, estou tentando agora, fazer escolhas que me permitam equilibrar minha vida pessoal e profissional... uau!! Como isso é difícil!! 

Acho que esse post é mais um desabado, ou uma angústia... Não consigo ainda encontrar respostas para meus questionamentos, nem tranquilidade para minhas angústias... mas sei que farei a escolha certa... assim como acertei quando escolhi abrir mão da carreira em troca de gerar uma vida... A Giulia ainda não chegou, mas já me dá tanta certeza de que fiz a escolha certa, que me sinto mais forte para escolher outras coisas no futuro!

E você, que escolhas têm feito nesse sentido?



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sobre as Nossas Escolhas...



Depois de um longo período sem descanso, consegui tirar 10 dias de férias e fiz uma viagem de 7 dias para a Bahia. Estava precisando descansar, sair da rotina altamente estressante do mundo corporativo, “desocupar” a mente e relaxar um pouco.

Não sei exatamente porque eu escolhi a Bahia. Certa manhã estava folheando uma revista, vi a matéria sobre uma pousada recém inaugurada, com uma paisagem linda e pronto! Estava tomada a decisão do nosso destino (O Carlos logo concordou também, pois também estava precisando dar uma “desestressada”!).

A semana na Bahia foi ótima! Tirando alguns momentos de chuva e céu nublado, foi possível passear, descansar, conhecer novos lugares e principalmente... refletir! Pude refletir o quanto (e como) tenho trabalhado nos últimos anos... a carga de trabalho pesada, a necessidade de fazer sempre mais e melhor, a cobrança excessiva para que as coisas aconteçam cada vez mais rápido... e ao mesmo tempo, naquele lugar, de frente para o mar, fiquei olhando o ritmo de vida que algumas pessoas ali estava levando. Não posso julgar se elas estavam mais ou menos estressadas, mas senti que tenho dado pouco valor para momentos de mais tranquilidade, momentos em que realmente estou “fazendo nada”, porque eles também dão importantes. Aquele verdadeiro momento “Dolce far Niente”...

O fato é que tenho acreditado cada vez mais na máxima que escolhemos tudo o que acontece em nossa vida. Tudo mesmo! E sei que também escolhi a vida que levo hoje... escolhi a minha profissão, a empresa que trabalho, a quantidade de horas que trabalho, a cidade onde moro, as pessoas com as quais convivo... E muitas vezes, me pego reclamando de algumas coisas, esquecendo que elas são fruto das minhas escolhas!

Voltando ao trabalho encontrei mais de 600 emails para ler, um monte de decisões a serem tomadas, assuntos a serem resolvidos (porque obviamente eles não se resolveram sozinhos durante a minha ausência... rsrsrs). Mas também estou tentando encontrar um tempo para mim: para refletir sobre a minha qualidade de vida, sobre as minhas escolhas e como essas escolhas hoje definirão como será o meu futuro.

Cada vez mais é preciso tomar consciência daquilo que muitas vezes não queremos ver... Temos a tendência de nos “esconder” atrás das desculpas... a falta de tempo, a necessidade de ser o melhor, o trânsito, a pressão na empresa, o fast food que comemos... E assim, vamos nos deixando levar, achando que não estamos escolhendo o nosso caminho, mas sendo escolhidos por ele. Engano nosso! Quando não escolhemos o que ou como fazer, também é uma escolha nossa, uma decisão pensada... Portanto, a nada  ou a ninguém podemos atribuir a “culpa” a não ser a nós mesmos.

Decidi que vou fazer mais escolhas conscientes... E para isso, vou me conhecer melhor, saber dos meus limites, das minhas necessidades e das minhas expectativas. Saber que, para cada escolha, haverá um ganho e uma perda e que cabe a mim, somente a mim, fazer um balanço entre o que quero ganhar e o que estou disposta a perder.

No fim das contas, eu escolhi sim ir para a Bahia. Escolhi porque estava precisando buscar um novo olhar, uma nova forma de ver a vida. Estava precisando trazer mais cor, calma e paciência para os meus dias... e lá eu encontrei isso!

Desejo que você possa se tornar cada vez mais consciente das suas escolhas. E que elas possam te ajudar a desenhar o seu futuro, que, pensando bem, já é daqui a 1 minuto. J

Boas escolhas para você!