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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

7 coisas para Pesquisar antes da Entrevista de Emprego

Compartilhando aqui uma reportagem bem interessante publicada no site da Revista Exame na última semana. 

Se você está prestes a participar de algum processo seletivo e quer se preparar melhor, vale a pena a leitura...

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Por Adeline Daniele

Antes de ir para uma entrevista de emprego, é preciso saber o mínimo sobre a empresa que está recrutando.

Além de te colocar um passo a frente de outros candidatos que não pesquisaram sobre o assunto, você pode usar estas informações para se identificar com os valores e a missão da companhia. E esses detalhes não passam despercebidos pelos recrutadores.

Então, se você tem uma entrevista de emprego marcada para os próximos dias, dê uma olhada nestas dicas que a especialista em carreira e ambiente de trabalho do portal de empregos Glassdoor, Heather Huhman, listou com as sete coisas que você precisa pesquisar sobre um empregador.

1. As qualificações e experiências que a companhia valoriza

Saber o que uma empresa procura em um candidato é imprescindível para se dar bem em uma entrevista de emprego.

E é dessa forma que você poderá se destacar no processo seletivo e se encaixar nos requisitos da vaga.

Pesquise nas páginas de carreira da empresa – se ela tiver – e leia os detalhes da oportunidade publicada.

Se puder, fale com alguns funcionários que já trabalham na companhia para saber o que ela valoriza em um profissional.


2. As "peças-chave" da organização

Pesquise sobre os funcionários que ocupam cargos importantes na companhia, como gerentes, diretores, CEO, etc. Você tentar encontrar informações sobre eles na página da empresa.

Também dê uma olhada no que esses profissionais falam sobre a companhia pelo LinkedIn ou em outras redes sociais.


3. Notícias e eventos recentes sobre a empresa

Procure saber quais foram as últimas notícias que saíram na mídia sobre a companhia, bem como os eventos que ela promoveu.

Muitas empresas colocam estas informações em páginas dedicadas a releases de imprensa ou até mesmo criam sites para divulgar suas ações.


4. Visão, missão e valores

Um dos aspectos mais importantes analisados pelos especialistas em Recursos Humanos nos candidatos é o quanto eles se identificam com a visão, missão e valores da companhia.

Quanto mais alinhado aos valores da empresa, mais perfil um profissional tem para trabalhar nela.

Essas informações podem ser facilmente encontradas no site da companhia, na seção “Sobre”. Você também pode aprender sobre a cultura da companhia pelas redes sociais onde ela tem perfil.


5. Clientes, produtos e serviços

Não dá para tentar trabalhar em um lugar se você não tiver uma ideia dos produtos, serviços e clientes da empresa. Encontre essas informações no site ou no blog da companhia.


6. Informações "‘privilegiadas"

Heather Huhman também aconselha o profissional a buscar informações sobre a companhia em que está disputando uma vaga.

No portal Glassdoor, por exemplo, funcionários podem avaliar anonimamente suas empresas e falar sobre as vantagens que têm em trabalhar ali.

Como no Brasil ainda não existe um portal com tantas informações como o site norte-americano, os profissionais daqui podem dar uma olhada no que os atuais funcionários da companhia falam sobre ela nas redes sociais.

Quem conhece uma pessoa que já trabalhou no local também pode pedir referências sobre o ambiente de trabalho da empresa.


7. A pessoa que irá te entrevistar

Saber quem será seu entrevistador pode te dar uma vantagem na competição pela vaga.

Ter essa informação pode ajudar o candidato a se identificar mais com o recrutador, fazendo com que a conversa flua com mais facilidade.

Essa técnica também pode ajudar aqueles que ficam muito nervosos durante uma entrevista.

Muitas vezes, algumas pessoas podem ficar ansiosas e ter o desempenho prejudicado por saberem que serão entrevistadas por uma mulher ou homem, ou por alguém em um cargo alto na companhia.

Uma forma de procurar informações sobre o recrutador é pesquisando pelo nome informado no e-mail que ele enviou para marcar a entrevista.

Caso você não consiga encontrar o nome, entre em contato com a companhia e pergunte quem será o seu entrevistador.

terça-feira, 26 de março de 2013

A Temida Entrevista de Emprego...

Mãos suando, nervosismo à flor da pele, preocupação, ansiedade, noites e noites sem dormir... Difícil imaginar que esse sintomas são típicos de uma pessoa que está participando de um processo de entrevistas de emprego. Mas acredite, é verdade...

Muitas vezes, candidatos com qualificações excelentes, com muitas boas histórias para contar não se saem bem diante do desafio de convencer outra pessoa de que está habilitado para aquela função.

Mas o que será que está errado? A entrevista de emprego não deveria ser um momento mais tranquilo, onde candidato e entrevistador procuram encontrar coisas em comum entre o perfil profissional e o perfil da posição?

Pois é... e quando ela é feita de maneira totalmente diferente, irreverente e criativa? Quando as perguntas e as situações fogem do "padrão" estabelecido pela grande maioria dos recrutadores?

Recebi hoje esse vídeo de uma amiga que compartilhou em minha página do Facebook (obrigada Andreia!!) e achei que merecia um post aqui...

Simplesmente criativa e relevadora, essa entrevista de emprego vai  muito além de deixar o candidato "suando frio", enquanto responde perguntas padronizadas e muitas vezes, sem foco...

Como candidato, você está preparado para esse processo de entrevista? E como recrutador... Que tal inovar um pouco os métodos utilizados para encontrar o candidato que você tanto procura?

 Vale a pena assistir, refletir e se divertir!


Heineken cria a Entrevista de Emprego mais Criativa dos Últimos Tempos

Entrevistas de emprego são sempre chatas e, de certa forma, nervosas. O pior de tudo é que as empresas buscam pessoas diferentes e fazem sempre as mesmas perguntas, obtendo, é claro, as mesmas respostas de todos os candidatos. Quando uma empresa questiona sobre os defeitos, é claro que ninguém falará a verdade, principalmente sobre coisas que “podemos” nos adaptar e corrigir.
Em um vídeo recente, que bombou na internet, a Heineken resolveu transformar uma entrevista de emprego em uma verdadeira aventura, uma forma genial de chamar a atenção do público, além de achar o cara certo.
Entre 1.734 candidatos, apenas 1 conquistou o emprego. Veja qual foi a diferença…


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aquilo que Falta no seu Currículo...




Não é de hoje que venho pensando nesse tema, refletindo sobre como as empresas contratam, como iniciamos os nossos relacionamentos, como nos “vendemos” a nossa imagem e quem somos, seja em qualquer tipo de relação.

Mas esse tema ficou mais forte para mim nessas últimas semanas, quando comecei a fazer um curso de pós-graduação digamos, um pouco diferente do tradicional. No primeiro encontro, na rodada de apresentação dos participantes, ficou muito nítido para mim o quanto temos a necessidade de falar aquilo que somos e o que fazemos de melhor. E na maioria das vezes, ainda carregamos o nome da empresa como o nosso sobrenome... Afinal, precisamos passar a imagem de sucesso, mostrar onde chegamos...

Então, comecei a pensar: Por que não falamos das nossas fraquezas, dos nossos pontos de desenvolvimento, daqueles pontos fracos logo que conhecemos alguém? Afinal, com o passar do tempo, a convivência vai mostrar exatamente isso... aqueles nossos “defeitinhos” que tentamos esconder na entrevista, no primeiro encontro, etc.

Assim acontece numa organização. Você é contratado pelo que faz de melhor mas é demitido por aquilo que não conseguiu fazer bem. Será que se invertermos o nosso modo de pensar, não teríamos mais sucesso nas nossas contratações? Digo, será que no momento da entrevista, se você falar sobre aquilo que não é capaz de suportar, sobre os valores que você não vai abrir mão e sobre as competências que não estão tão apuradas, você não poderia ser mais autêntico na forma de exercer o seu trabalho? Penso que a partir do momento que soubermos aceitar e pudermos conviver com as limitações do outro, muito mais fácil ficará a relação.

Em razão disso, comecei a adotar uma nova pergunta no meu processo de entrevistas. Depois que o candidato contou toda a sua experiência, suas capacidades, habilidades e competências (o que não deixa de ser muito importante conhecer e checar), eu viro para ele e pergunto: “O que não está escrito no seu currículo e que você gostaria muito que tivesse?”

De cara, quase nenhum candidato entende a pergunta... então vou explicando, dando exemplos... quero saber o que a pessoa não realizou, o que ela não conseguiu, o que deu errado. Aquela experiência internacional que não “rolou” porque sua família não te apoiou... Aquele projeto que você não concluiu porque simplesmente não conseguiu lidar com as “diferenças” entre você e aquele membro da equipe... Aquela promoção que não saiu porque, na hora “H”, seu inglês não te ajudou e a entrevista com o diretor foi um fracasso...

É atrás dessas histórias que eu estou. E tenho que confessar... tem sido emocionante ouvi-las. E mais que isso, perceber o quanto as pessoas demoram para falar sobre aquilo que não deu certo. E sabe o que é mais interessante? Tenho observado quantas competências excelentes se escondem atrás dos nossos fracassos. Quantas lições as pessoas tiram desses episódios que antes, elas queriam esquecer...

Por isso, eu quero aqui convidar você a fazer um exercício: se você tivesse que começar um relacionamento hoje, qual seria o seu “fracasso” que a outra pessoa deveria saber logo no início e que ajudaria o relacionamento a ser mais verdadeiro? E na empresa, se você fosse entrevistado por mim, por exemplo, qual seria a sua resposta para essa pergunta?

O meu convite não é para que você “mexa” na ferida, volte a recordar momentos de vida e carreira que não foram legais. Quero convidá-lo sim a pensar nas lições que você aprendeu a partir dessa experiência, nas competências que você desenvolveu e que hoje lhe fazem ser o profissional que é.

O aprendizado pode vir de várias fontes... e aprender com o sucesso é sempre muito bom. Mas eu ainda acho que quando aprendemos com os nossos “fracassos”, a lição fica mais firme, pois não queremos errar novamente.

Por isso, reflita sobre quem você é, quais competências você tem e de onde elas vieram... foram dos seus maiores sucessos? Ou das suas piores derrotas?

Tenho certeza que você vai se surpreender com o resultado... e vai ficar mais feliz e aliviado em saber que até nos momentos mais difíceis, você teve um aprendizado!

Até a próxima!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meu Primeiro Dia de Trabalho... E agora?

Vai começar num novo trabalho e não sabe exatamente como se comportar no primeiro, ou nos primeiros dias?

Vale a pena ler essa reportagem publicada no site da Revista Exame, sobre dicas para começar com o "pé direito" no novo trabalho! Boa sorte!!



Como impressionar o seu chefe no 1º dia de trabalho
Ambiente, chefe, colegas novos e a certeza de estar sendo observado de perto. Aterrizar em uma nova empresa é sempre um desafio para a carreira profissional. De acordo com Celia Spangher, diretora de gestão do talento da Maxim, aquela tradicional máxima de que a primeira impressão é a que fica continua valendo.
"As pessoas fazem 'leituras' nossas de forma bastante rápida e logo de cara. Por isso é tão importante cuidar da apresentação pessoal logo na primeira vez", diz ela. Confira 5 dicas de especialistas consultados por EXAME.com que ajudam a causar uma boa impressão já no primeiro dia de trabalho:

1. Chegue alguns minutos mais cedo
Madrugar no novo emprego não é uma boa ideia, mas estar no escritório em torno de dez minutos do horário de entrada ajuda a entrar com o pé direito. "A pontualidade é muito valorizada", dia Célia.
Em cidades onde somos reféns do trânsito e do clima, a atenção deve ser redobrada, segundo ela. "A regra dos 10 minutos coloca qualquer um em posição confortável", recomenda Célia.
O mesmo vale para o horário de saída. Ficar até mais tarde sem motivo não é recomendável. De acordo com a especialista, a hora extra não deve ser regra e, sim, exceção. "Colaboradores de alto desempenho têm vida pessoal, fazem atividade física, têm família e amigos e, principalmente, costumam ser eficazes o suficiente para terminar suas atividades dentro do horário normal de trabalho", diz.
Ao longo do tempo, vários fatores podem mudar esta realidade, na opinião da especialista, mas nesse primeiro momento não ultrapasse o horário do expediente sem que seja absolutamente necessário. "Futuramente isso vira um hábito e pode prejudicá-lo", diz.

2. Não queira agradar "a todo custo"
Sim, impressiona mais quem não fica querendo impressionar. "Querer agradar quem quer que seja é uma faca de dois gumes, uma situação perigosa", diz Célia.
De acordo com ela, essa ânsia de agradar o chefe pode colocar você em sérios apuros porque outros membros da equipe, que não conhece, você, podem interpretar mal suas atitudes. "O ideal é sentir o terreno onde está pisando primeiro antes de se aventurar a causar grandes impactos".
Demonstrar abertura, simpatia e interesse genuíno, além, é claro de ser autêntico surtem mais efeito do que tentar causar impacto a todo custo. "Você terá tempo suficiente para provar o seu valor, mais tarde", diz Célia.

3. Observe mais e fale menos
"A primeira coisa a se fazer é observar e observar", diz a diretora de negócios da consultoria LHH/DBM, Irene Azevedo.
Antes de agir, repare no estilo do chefe e em como tudo acontece naquele ambiente de trabalho. "Observe mais do que fale. Lembre-se que você também está sendo observado por todos", diz Célia.
Manter o "radar" aguçado vai certamente facilitar a compreensão da cultura da empresa e ajudá-lo a dar os próximos passos.

4. Faça perguntas na medida certa
Tudo é novo e você quer aprender rápido. Para isso, fazer perguntas é fundamental. "Perguntar é bom porque quem não pergunta não aprende", diz Irene.
Mas é necessário saber a medida. "A diferença entre remédio e veneno é a dose. Ficar atormentando os colegas que estão trabalhando e até mesmo seu chefe o tempo todo com 500 perguntas é muito desagradável", diz a diretora de gestão do talento da Maxim.

5. Anote
"Anotar é muito importante nesse primeiro momento", diz Irene. É essencial ter um bloco, caderno ou qualquer outra ferramenta para organizar a avalanche de novas informações que vai cair sobre você.
No entanto, Célia afirma que neste caso também é preciso ter bom senso. "Nem sempre cabe na cultura da empresa ou na posição que você vai ocupar", diz.
Se não for indicado carregar um caderno de anotações para onde for, a solução é mantê-lo na sua mesae ir anotando à medida em que informações importantes forem aparecendo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Profissão: COACH



Já fiz alguns posts aqui falando do Processo de Coaching. Fiz a certificação com o ICI (Integrated Coaching Institute) no ano passado, mas desde 2007 venho utilizando essa importante ferramenta de desenvolvimento de líderes e dos profissionais em geral nas empresas onde tenho trabalhado, sempre com excelentes resultados.

E na última sexta-feira, o Jornal da Globo trouxe uma reportagem sobre a profissão de Coach. É fato que, com o mercado aquecido, a pressão por resultados e a necessidade de entregar cada vez mais um trabalho com mais qualidade e com menos recursos, os profissionais em geral estão se sentindo "desamparados", precisando de uma orientação, de uma ajuda profissional para atingirem os seus objetivos. E o papel do Coach é fundamental nesse processo, trazendo resultados no curto prazo e principalmente, mudanças "duradouras" na vida profissional das pessoas.

O principal foco num processo de coaching é ajudar as pessoas avançarem em relação às suas metas mais importantes, realizando seus objetivos e criando a sua versão ideal de vida e carreira. O foco é sempre nas possibilidades futuras, transformando-as em realidade.

Entretanto, é preciso saber escolher o profissional. Aqui vão algumas dicas importantes para ajudar na sua escolha:

- Certifique-se que o profissional escolhido tem uma boa formação em Coaching. Você pode inclusive entrar em contato com a instituição onde o profissional se certificou para ter referências.
- Busque referências de outros clientes (coachees) que já passaram pelo processo com esse profissional. Explore a metodologia utilizada e veja se você se adapta ao modo de trabalho utilizado.
- Verifique se ele estabelece um contrato de prestação de serviços com você, deixando claro os papéis e responsabilidades de cada um para êxito no programa.
- Se você fará o coaching através da sua empresa, peça auxílio para a área de Recursos Humanos, que pode te orientar sobre o melhor processo para você.

Um bom processo de coaching executivo geralmente tem duração de, em média 10-12 sessões. Não acredite em milagres! Seu esforço e dedicação será fundamental para ter sucesso e atingir os objetivos desejados.

Eu particularmente, acredito muito nesse processo! 

Vale a pena conferir a reportagem:


Abraços!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Retenção de Talentos... O mesmo tema, mas sempre importante...



O tema já está ficando velho, mas está sempre em discussão... falta profissional qualificado para atender a demanda do país, que cresce em vários setores. Conversando com os líderes e com os RHs em geral, a reclamação é a mesma: não encontra-se o profissional com as qualificações necessárias e quando isso acontece, geralmente a remuneração desejada é fora dos padrões das organizações em geral.

Além disso, com o mercado aquecido, muitos profissionais começam a receber ofertas de emprego para níveis acima do seu atual. Por exemplo, um analisa pleno certamente receberá uma proposta para um cargo de liderança se mostrar o mínimo das competências necessárias para a vaga. E quem sofre com isso é a empresa que investiu, treinou e acreditou no potencial daquele funcionário que em poucos (muito poucos!) anos, vai embora.

Quero compartilhar um texto publicado na Revista Você RH de Abril, que trata sobre esse tema. Vale a pena pensar o que podemos fazer para reter nossos melhores profissionais e agirmos com ética no mercado, sem promover os famosos "leilões" de salário, o que incentiva cada vez mais os profissionais a olharem para suas carreiras no "curto prazo", sem medir as consequências das suas decisões tomadas na impulsividade do aquecimento do mercado.


Retenção segue como desafio para o RH

Perda de profissionais foi o maior problema enfrentado pelas empresas no ano passado

Criar alternativas para reter funcionários é o principal desafio dos profissionais brasileiros de Recursos Humanos para este ano. A constatação foi feita pela Robert Half, empresa de recrutamento especializado, que ouviu 165 executivos da área.
Em 2011 a perda de profissionais foi o problema número 1 dos RHs. De acordo com a pesquisa, 20% deles encararam de frente esse dilema, seguido pela falta de participação do RH na agenda estratégica da empresa (19,5%) e política de remuneração e benefícios inadequada (18,6%). Pensando nisso, 47% dos entrevistados dizem que concentrarão seus esforços em programas de retenção ao longo de 2012.


Por que eles perdem profissionais?

Para 20% dos RHs entrevistados, a principal queixa dos colaboradores é a falta de perspectiva de crescimento na empresa. Existe ainda uma reclamação quanto aos salários defasados, segundo 18% dos executivos.

Numa segunda etapa da pesquisa, a Robert Half ouviu 1.400 profissionais do mercado de trabalho, dos quais mais da metade aceitaria uma proposta para trabalhar numa empresa concorrente. A aceitação aumenta para 73% quando a proposta vem de uma instituição não concorrente. Falta de perspectivas de crescimento na empresa e falta de oportunidades de desenvolvimento foram as principais insatisfações declaradas pelos colaboradores em relação às práticas de RH.

De acordo com Fernando Mantovani, diretor da Robert Half no Brasil, os três grandes problemas do RH estão na contratação, retenção e qualificação dos profissionais. Para ele, esses problemas devem permanecer os mesmos na próxima década.

A realização dos grandes eventos esportivos, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, a explosão dos setores do petróleo e de energia eólica e os investimentos em infraestrutura impulsionam a busca de profissionais no país. E tudo isso requer um planejamento de longo prazo, o que deve gerar alguns anos de sufoco para os RHs, alerta Mantovani. “O aumento na oferta de empregos para profissionais qualificados faz com que muitos troquem de empregos, contribuindo ainda mais para o desafio da retenção de talentos”, diz o diretor.


Perspectivas

Mesmo com a fuga de profissionais, mais da metade dos RHs dizem que suas empresas pretendem aumentar o número de funcionários neste ano. Reputação no mercado (32,6%), produto ou marca interessante (28,4%) e cultura da organização (15,6%) foram citados como os três principais fatores de atração de candidatos. Quanto aos fatores de retenção, aparecem o desenvolvimento dos talentos (33,5%), aumento de salário (29,5%) e promoções (28%).

Abraços!