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terça-feira, 7 de junho de 2016

Conversa entre Camelos...




Quero convidar você a ler esse texto. É antigo e talvez em algum momento você já o tenha lido. Mas leia novamente se esse é o caso...

“Uma mãe e um bebê camelos estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Por que os camelos têm corcovas?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
- Certo. E por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar melhor pelo deserto, melhor do que qualquer um! – disse a mãe toda orgulhosa.
- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham a minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! – respondeu a mãe com orgulho nos olhos.
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que nós estamos fazendo aqui no zoológico?”

Pois é... Muito provavelmente ao longo sua vida você recebeu muitos feedbacks sobre as suas habilidades, conhecimentos, capacidades... E também imagino que por muitas vezes, você se perguntou se estava no lugar certo, se estava utilizando toda essa sua capacidade. E provavelmente a resposta foi “não”.

Estamos passando por um cenário muito desafiador no mercado de trabalho. Por várias vezes, vejo histórias de pessoas que estão aceitando empregos totalmente diferentes da sua área de atuação porque realmente precisam trabalhar. Não está nada errado nisso. Mas eu realmente quero te fazer um convite, te desafiar a pensar de maneira um pouco mais profunda sobre seus conhecimentos e habilidades x sua carreira profissional. Você já se questionou se está no lugar certo? Já se perguntou se essa empresa para a qual você trabalha compartilha dos mesmos valores e objetivos que você?

Esqueça a crise por um minuto... esqueça que seu emprego dos sonhos não está na esquina. Mas pense seriamente: você sabe onde quer estar? Onde quer trabalhar? Você sabe quais são as suas competências, seus gap’s e o que está fazendo para encontrar algo que esteja alinhados com isso?


Vale a pena refletir. Sei que num momento de crise, muitas vezes os profissionais acabam aceitando “o que está disponível”. Mas o que realmente vai diferenciar o profissional mediano do profissional excelente é o seu autoconhecimento, sua capacidade de mapear o mercado, de identificar oportunidades e mais que tudo, de vender sua própria marca. Desafie-se! Avalie-se! Você só tem a ganhar! E o mercado também...

terça-feira, 26 de março de 2013

A Temida Entrevista de Emprego...

Mãos suando, nervosismo à flor da pele, preocupação, ansiedade, noites e noites sem dormir... Difícil imaginar que esse sintomas são típicos de uma pessoa que está participando de um processo de entrevistas de emprego. Mas acredite, é verdade...

Muitas vezes, candidatos com qualificações excelentes, com muitas boas histórias para contar não se saem bem diante do desafio de convencer outra pessoa de que está habilitado para aquela função.

Mas o que será que está errado? A entrevista de emprego não deveria ser um momento mais tranquilo, onde candidato e entrevistador procuram encontrar coisas em comum entre o perfil profissional e o perfil da posição?

Pois é... e quando ela é feita de maneira totalmente diferente, irreverente e criativa? Quando as perguntas e as situações fogem do "padrão" estabelecido pela grande maioria dos recrutadores?

Recebi hoje esse vídeo de uma amiga que compartilhou em minha página do Facebook (obrigada Andreia!!) e achei que merecia um post aqui...

Simplesmente criativa e relevadora, essa entrevista de emprego vai  muito além de deixar o candidato "suando frio", enquanto responde perguntas padronizadas e muitas vezes, sem foco...

Como candidato, você está preparado para esse processo de entrevista? E como recrutador... Que tal inovar um pouco os métodos utilizados para encontrar o candidato que você tanto procura?

 Vale a pena assistir, refletir e se divertir!


Heineken cria a Entrevista de Emprego mais Criativa dos Últimos Tempos

Entrevistas de emprego são sempre chatas e, de certa forma, nervosas. O pior de tudo é que as empresas buscam pessoas diferentes e fazem sempre as mesmas perguntas, obtendo, é claro, as mesmas respostas de todos os candidatos. Quando uma empresa questiona sobre os defeitos, é claro que ninguém falará a verdade, principalmente sobre coisas que “podemos” nos adaptar e corrigir.
Em um vídeo recente, que bombou na internet, a Heineken resolveu transformar uma entrevista de emprego em uma verdadeira aventura, uma forma genial de chamar a atenção do público, além de achar o cara certo.
Entre 1.734 candidatos, apenas 1 conquistou o emprego. Veja qual foi a diferença…


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aquilo que Falta no seu Currículo...




Não é de hoje que venho pensando nesse tema, refletindo sobre como as empresas contratam, como iniciamos os nossos relacionamentos, como nos “vendemos” a nossa imagem e quem somos, seja em qualquer tipo de relação.

Mas esse tema ficou mais forte para mim nessas últimas semanas, quando comecei a fazer um curso de pós-graduação digamos, um pouco diferente do tradicional. No primeiro encontro, na rodada de apresentação dos participantes, ficou muito nítido para mim o quanto temos a necessidade de falar aquilo que somos e o que fazemos de melhor. E na maioria das vezes, ainda carregamos o nome da empresa como o nosso sobrenome... Afinal, precisamos passar a imagem de sucesso, mostrar onde chegamos...

Então, comecei a pensar: Por que não falamos das nossas fraquezas, dos nossos pontos de desenvolvimento, daqueles pontos fracos logo que conhecemos alguém? Afinal, com o passar do tempo, a convivência vai mostrar exatamente isso... aqueles nossos “defeitinhos” que tentamos esconder na entrevista, no primeiro encontro, etc.

Assim acontece numa organização. Você é contratado pelo que faz de melhor mas é demitido por aquilo que não conseguiu fazer bem. Será que se invertermos o nosso modo de pensar, não teríamos mais sucesso nas nossas contratações? Digo, será que no momento da entrevista, se você falar sobre aquilo que não é capaz de suportar, sobre os valores que você não vai abrir mão e sobre as competências que não estão tão apuradas, você não poderia ser mais autêntico na forma de exercer o seu trabalho? Penso que a partir do momento que soubermos aceitar e pudermos conviver com as limitações do outro, muito mais fácil ficará a relação.

Em razão disso, comecei a adotar uma nova pergunta no meu processo de entrevistas. Depois que o candidato contou toda a sua experiência, suas capacidades, habilidades e competências (o que não deixa de ser muito importante conhecer e checar), eu viro para ele e pergunto: “O que não está escrito no seu currículo e que você gostaria muito que tivesse?”

De cara, quase nenhum candidato entende a pergunta... então vou explicando, dando exemplos... quero saber o que a pessoa não realizou, o que ela não conseguiu, o que deu errado. Aquela experiência internacional que não “rolou” porque sua família não te apoiou... Aquele projeto que você não concluiu porque simplesmente não conseguiu lidar com as “diferenças” entre você e aquele membro da equipe... Aquela promoção que não saiu porque, na hora “H”, seu inglês não te ajudou e a entrevista com o diretor foi um fracasso...

É atrás dessas histórias que eu estou. E tenho que confessar... tem sido emocionante ouvi-las. E mais que isso, perceber o quanto as pessoas demoram para falar sobre aquilo que não deu certo. E sabe o que é mais interessante? Tenho observado quantas competências excelentes se escondem atrás dos nossos fracassos. Quantas lições as pessoas tiram desses episódios que antes, elas queriam esquecer...

Por isso, eu quero aqui convidar você a fazer um exercício: se você tivesse que começar um relacionamento hoje, qual seria o seu “fracasso” que a outra pessoa deveria saber logo no início e que ajudaria o relacionamento a ser mais verdadeiro? E na empresa, se você fosse entrevistado por mim, por exemplo, qual seria a sua resposta para essa pergunta?

O meu convite não é para que você “mexa” na ferida, volte a recordar momentos de vida e carreira que não foram legais. Quero convidá-lo sim a pensar nas lições que você aprendeu a partir dessa experiência, nas competências que você desenvolveu e que hoje lhe fazem ser o profissional que é.

O aprendizado pode vir de várias fontes... e aprender com o sucesso é sempre muito bom. Mas eu ainda acho que quando aprendemos com os nossos “fracassos”, a lição fica mais firme, pois não queremos errar novamente.

Por isso, reflita sobre quem você é, quais competências você tem e de onde elas vieram... foram dos seus maiores sucessos? Ou das suas piores derrotas?

Tenho certeza que você vai se surpreender com o resultado... e vai ficar mais feliz e aliviado em saber que até nos momentos mais difíceis, você teve um aprendizado!

Até a próxima!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meu Primeiro Dia de Trabalho... E agora?

Vai começar num novo trabalho e não sabe exatamente como se comportar no primeiro, ou nos primeiros dias?

Vale a pena ler essa reportagem publicada no site da Revista Exame, sobre dicas para começar com o "pé direito" no novo trabalho! Boa sorte!!



Como impressionar o seu chefe no 1º dia de trabalho
Ambiente, chefe, colegas novos e a certeza de estar sendo observado de perto. Aterrizar em uma nova empresa é sempre um desafio para a carreira profissional. De acordo com Celia Spangher, diretora de gestão do talento da Maxim, aquela tradicional máxima de que a primeira impressão é a que fica continua valendo.
"As pessoas fazem 'leituras' nossas de forma bastante rápida e logo de cara. Por isso é tão importante cuidar da apresentação pessoal logo na primeira vez", diz ela. Confira 5 dicas de especialistas consultados por EXAME.com que ajudam a causar uma boa impressão já no primeiro dia de trabalho:

1. Chegue alguns minutos mais cedo
Madrugar no novo emprego não é uma boa ideia, mas estar no escritório em torno de dez minutos do horário de entrada ajuda a entrar com o pé direito. "A pontualidade é muito valorizada", dia Célia.
Em cidades onde somos reféns do trânsito e do clima, a atenção deve ser redobrada, segundo ela. "A regra dos 10 minutos coloca qualquer um em posição confortável", recomenda Célia.
O mesmo vale para o horário de saída. Ficar até mais tarde sem motivo não é recomendável. De acordo com a especialista, a hora extra não deve ser regra e, sim, exceção. "Colaboradores de alto desempenho têm vida pessoal, fazem atividade física, têm família e amigos e, principalmente, costumam ser eficazes o suficiente para terminar suas atividades dentro do horário normal de trabalho", diz.
Ao longo do tempo, vários fatores podem mudar esta realidade, na opinião da especialista, mas nesse primeiro momento não ultrapasse o horário do expediente sem que seja absolutamente necessário. "Futuramente isso vira um hábito e pode prejudicá-lo", diz.

2. Não queira agradar "a todo custo"
Sim, impressiona mais quem não fica querendo impressionar. "Querer agradar quem quer que seja é uma faca de dois gumes, uma situação perigosa", diz Célia.
De acordo com ela, essa ânsia de agradar o chefe pode colocar você em sérios apuros porque outros membros da equipe, que não conhece, você, podem interpretar mal suas atitudes. "O ideal é sentir o terreno onde está pisando primeiro antes de se aventurar a causar grandes impactos".
Demonstrar abertura, simpatia e interesse genuíno, além, é claro de ser autêntico surtem mais efeito do que tentar causar impacto a todo custo. "Você terá tempo suficiente para provar o seu valor, mais tarde", diz Célia.

3. Observe mais e fale menos
"A primeira coisa a se fazer é observar e observar", diz a diretora de negócios da consultoria LHH/DBM, Irene Azevedo.
Antes de agir, repare no estilo do chefe e em como tudo acontece naquele ambiente de trabalho. "Observe mais do que fale. Lembre-se que você também está sendo observado por todos", diz Célia.
Manter o "radar" aguçado vai certamente facilitar a compreensão da cultura da empresa e ajudá-lo a dar os próximos passos.

4. Faça perguntas na medida certa
Tudo é novo e você quer aprender rápido. Para isso, fazer perguntas é fundamental. "Perguntar é bom porque quem não pergunta não aprende", diz Irene.
Mas é necessário saber a medida. "A diferença entre remédio e veneno é a dose. Ficar atormentando os colegas que estão trabalhando e até mesmo seu chefe o tempo todo com 500 perguntas é muito desagradável", diz a diretora de gestão do talento da Maxim.

5. Anote
"Anotar é muito importante nesse primeiro momento", diz Irene. É essencial ter um bloco, caderno ou qualquer outra ferramenta para organizar a avalanche de novas informações que vai cair sobre você.
No entanto, Célia afirma que neste caso também é preciso ter bom senso. "Nem sempre cabe na cultura da empresa ou na posição que você vai ocupar", diz.
Se não for indicado carregar um caderno de anotações para onde for, a solução é mantê-lo na sua mesae ir anotando à medida em que informações importantes forem aparecendo.