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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Repensar...

Faz um tempinho que não passo por aqui para escrever... Tantos acontecimentos na minha vida, me forçaram a redefinir as prioridades... A notícia da gravidez foi maravilhosa, ao mesmo tempo em que encheu meus dias de compromissos e minha cabeça de novos pensamentos...

Sempre li e ouvi sobre a dificuldade da mulher em tomar a decisão sobre engravidar, especialmente aquelas que se dedicam à uma carreira e têm projetos profissionais para o futuro... E assim, o adiamento do sonho de ser mãe acontece ano a ano, até conseguir "aquele" cargo, "naquela" empresa, com "aquele" salário...

Isso também aconteceu comigo... Pensar como seria minha vida com uma criança era ao mesmo tempo emocionante e assustador... Mas em alguns momentos, você tem que decidir... porque senão, a vida e a natureza decidem por você!

Hoje, passados 5 meses desde a notícia de que a Giulia está a caminho, já me vejo repensando coisas... minha vida profissional, o local onde queremos morar, as prioridades que serão outras... E tudo isso tem um preço!

Será que continuaremos vivendo nessa cidade onde as oportunidades profissionais são intermináveis, mas a locomoção está cada dia mais caótica?

De todas as minhas preocupações e questionamentos, não tenho dúvidas que essa foi a pergunta da semana!! Vivo em uma cidade que é referência em termos de oportunidades de carreira, lazer, cultura... Desde muito cedo, sempre sonhei em viver aqui, vislumbrando todas as portas que se abririam... E se abriram!! Entretanto, passados 3 anos tentando ser uma "paulistana", chego à conclusão de que tenho passado mais de 2 horas por dia para ir e vir ao trabalho... certamente, se você também vive em São Paulo deve agora estar pensando: "Só 2 horas por dia e está reclamando?! Eu levo o dobro!!"... Pois é, mas eu moro a menos de 2 Km do meu trabalho, o que também foi uma condição para viver aqui...

E isso tem me amedrontado... o futuro nas grandes cidades, a qualidade de vida, o tempo que terei para me dedicar à minha família, as horas que vou ficar dentro do carro sofrendo porque poderia aproveitar aquele tempo de outra forma...

Cada vez mais é fato que vivemos de escolhas... Acho que o verbo "Escolher" é o mais presente nos nossos dias... a todo minuto estamos escolhendo algo... e escolher tem um peso, tem um significado...

Depois de escolher ser mãe, estou tentando agora, fazer escolhas que me permitam equilibrar minha vida pessoal e profissional... uau!! Como isso é difícil!! 

Acho que esse post é mais um desabado, ou uma angústia... Não consigo ainda encontrar respostas para meus questionamentos, nem tranquilidade para minhas angústias... mas sei que farei a escolha certa... assim como acertei quando escolhi abrir mão da carreira em troca de gerar uma vida... A Giulia ainda não chegou, mas já me dá tanta certeza de que fiz a escolha certa, que me sinto mais forte para escolher outras coisas no futuro!

E você, que escolhas têm feito nesse sentido?



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sobre as Nossas Escolhas...



Depois de um longo período sem descanso, consegui tirar 10 dias de férias e fiz uma viagem de 7 dias para a Bahia. Estava precisando descansar, sair da rotina altamente estressante do mundo corporativo, “desocupar” a mente e relaxar um pouco.

Não sei exatamente porque eu escolhi a Bahia. Certa manhã estava folheando uma revista, vi a matéria sobre uma pousada recém inaugurada, com uma paisagem linda e pronto! Estava tomada a decisão do nosso destino (O Carlos logo concordou também, pois também estava precisando dar uma “desestressada”!).

A semana na Bahia foi ótima! Tirando alguns momentos de chuva e céu nublado, foi possível passear, descansar, conhecer novos lugares e principalmente... refletir! Pude refletir o quanto (e como) tenho trabalhado nos últimos anos... a carga de trabalho pesada, a necessidade de fazer sempre mais e melhor, a cobrança excessiva para que as coisas aconteçam cada vez mais rápido... e ao mesmo tempo, naquele lugar, de frente para o mar, fiquei olhando o ritmo de vida que algumas pessoas ali estava levando. Não posso julgar se elas estavam mais ou menos estressadas, mas senti que tenho dado pouco valor para momentos de mais tranquilidade, momentos em que realmente estou “fazendo nada”, porque eles também dão importantes. Aquele verdadeiro momento “Dolce far Niente”...

O fato é que tenho acreditado cada vez mais na máxima que escolhemos tudo o que acontece em nossa vida. Tudo mesmo! E sei que também escolhi a vida que levo hoje... escolhi a minha profissão, a empresa que trabalho, a quantidade de horas que trabalho, a cidade onde moro, as pessoas com as quais convivo... E muitas vezes, me pego reclamando de algumas coisas, esquecendo que elas são fruto das minhas escolhas!

Voltando ao trabalho encontrei mais de 600 emails para ler, um monte de decisões a serem tomadas, assuntos a serem resolvidos (porque obviamente eles não se resolveram sozinhos durante a minha ausência... rsrsrs). Mas também estou tentando encontrar um tempo para mim: para refletir sobre a minha qualidade de vida, sobre as minhas escolhas e como essas escolhas hoje definirão como será o meu futuro.

Cada vez mais é preciso tomar consciência daquilo que muitas vezes não queremos ver... Temos a tendência de nos “esconder” atrás das desculpas... a falta de tempo, a necessidade de ser o melhor, o trânsito, a pressão na empresa, o fast food que comemos... E assim, vamos nos deixando levar, achando que não estamos escolhendo o nosso caminho, mas sendo escolhidos por ele. Engano nosso! Quando não escolhemos o que ou como fazer, também é uma escolha nossa, uma decisão pensada... Portanto, a nada  ou a ninguém podemos atribuir a “culpa” a não ser a nós mesmos.

Decidi que vou fazer mais escolhas conscientes... E para isso, vou me conhecer melhor, saber dos meus limites, das minhas necessidades e das minhas expectativas. Saber que, para cada escolha, haverá um ganho e uma perda e que cabe a mim, somente a mim, fazer um balanço entre o que quero ganhar e o que estou disposta a perder.

No fim das contas, eu escolhi sim ir para a Bahia. Escolhi porque estava precisando buscar um novo olhar, uma nova forma de ver a vida. Estava precisando trazer mais cor, calma e paciência para os meus dias... e lá eu encontrei isso!

Desejo que você possa se tornar cada vez mais consciente das suas escolhas. E que elas possam te ajudar a desenhar o seu futuro, que, pensando bem, já é daqui a 1 minuto. J

Boas escolhas para você!

terça-feira, 19 de março de 2013

Síndrome de Burnout... Você já ouviu falar?



Pressão exagerada em busca de resultados, altas exigências com a qualificação profissional, produzir cada vez mais com cada vez menos... Esses e outros cenários são cada vez mais constantes na vida dos profissionais. Aqueles que vivem nas grandes cidades ainda carregam consigo o trânsito caótico, o medo constante da violência, a pressão do tempo... 

Essa realidade está cada vez mais presente nas organizações: funcionários desmotivados, estressados e em alguns casos, até depressivos. É cada vez mais comum ouvir frases do tipo: "As organizações estão doentes!" "Não aguento mais essa pressão!"  "Vou pedir demissão hoje!"

E então, fica a pergunta: Que mundo é esse que estamos vivendo?

Você já deve ter ouvido falar da Síndrome de Burnout. Também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, pode ser traduzida como uma exaustão física, emocional e mental, causada por condições e demandas de trabalho desgastantes. Profissionais cuja atividade requer envolvimento interpessoal direto e intenso, são mais propensos a apresentar esse transtorno, dentre eles profissionais da área da saúde, educação, recursos humanos, policiais, assistentes sociais e mulheres que enfrentam dupla ou tripla jornada de trabalho.

Dentre os sintomas mais comuns estão:

* Sintomas Físicos:
- Baixa energia
- Problemas relacionados ao sono
- Imunidade baixa
- Doenças frequentes
- Dores de cabeça, de estômago, etc

* Sintomas Emocionais:
- Falta de motivação
- Irritabilidade e nervosismo constantes
- Dimimuição da satisfação no trabalho
- Desilução com o emprego
- Depressão
- Mudanças bruscas de humor

*Sintomas Comportamentais:
- Busca pelo isolamento
- Redução do comprometimento
- Procrastinação
- Aumento do absenteísmo
- Dificuldades de concentração
- Problemas alimentares
- Uso de álcool, drogas, etc.

Mas, o que fazer quando você identificar alguém na sua equipe com esses sintomas? Como saber se é realmente a Síndrome de Burnout? Claro que é necessário a opinião de um especialista para a realização de um diagnóstico preciso. Entretanto, como gestor (ou colega de trabalho), você pode tomar algumas atitudes que podem ajudar:

- Fale das suas observações com o profissional. Diga a ele que vem observando o seu comportamento e que está disposto a ouvi-lo e ajudá-lo.
- Encoraje o profissional e falar dos seus sentimentos e percepções. Ouça com empatia.

- Ajude-o a solucionar os problemas que estão ao seu alcance.

- Procure ajuda especializada se for o caso: médico do trabalho, assistência social, psicólogo, etc.
Se você é gestor desse profissional, algumas ações adicionais devem fazer parte do seu escopo de trabalho:

- Estabeleça metas claras e realistas.
- Dê ao profissional a autonomia necessária para controlear os elementos do seu trabalho: agenda, maneira de trabalho, etc.

- Facilite a gestão da vida profissional x pessoal do profissional. Menos controle e mais compromisso funcionam bem.

- Encoraje sua equipe a ter pequenas “paradas” no trabalho: um café, um bate-papo...
- Remova aqueles obstáculos que estão ao seu alcance.
- Discuta os prazos antes de simplesmente estabecê-los.
- Dê os recursos necessários para a realização do trabalho: ferramentas, conhecimento, informação, tecnologia, etc.
- Seja aberto, presente e conectado os seus funcionários.
- Dê feedback, fale a verdade, use os erros como oportunidade de crescimento
- Reconheça e recompense sempre que possível, o bom trabalho.
- Fale com os seus funcionários. Tente fazer isso mais vezes face-to-face do que por email ou telefone.
Parece difícil de acreditar, mas a grande queixa dos funcionários é a de que seus líderes ficam distantes, mal sabem o que se passa durante a sua rotina e raramente não feedback. . Lembre-se que, como gestor, é sua responsabilidade garantir um bom ambiente de trabalho. E isso passa pelo seu papel de ouvinte, de encorajador e de direcionador.

Para finalizar, quero deixar algumas dicas para que você, como profissional,  possa se prevenir e evitar a Síndrome de Burnout, tendo uma vida mais saudável:

- Estabeleça metas realistas. Deixe o perfeccionismo de lado
- Delegue atividades sempre que possível e/ou peça ajuda. Não queira fazer tudo sozinho

- Faça listas com as tarefas diárias a realizar. Comece pelas mais importantes.

- Reduza as interrupções. Saiba falar “não” quando necessário.
- Procure sempre pelo seu gestor: se você está se sentindo sobrecarregado, negocie as prioridades. Se não está se sentindo motivado, peça por projetos/atividades mais desafiadoras.
- Reserve um tempo para praticar atividades físicas. Elas farão muita diferença!
- Reserve um tempo para o lazer, para as férias...
- Construa uma rede de relacionamentos e suporte. Assim como você pode ajudar a alguém, sempre tem alguém que pode ajudá-lo.
Cuide de você, da sua equipe e dos seus colegas de trabalho. A Síndrome de Burnout pode estar presente no nosso círculo de amizades e muitas vezes, as pessoas não têm todas as informações necessárias para detectá-las e tratá-las adequadamente.

Você pode fazer a diferença !

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sufocada pela Informação!



São 18 horas. Estou no escritório tentando dar conta dos e-mails, telefonemas, contatos pessoais e todas as outras formas possíveis de relacionamentos que acontecem diariamente. Praticamente todo o meu dia foi tomado por reuniões e conference calls. Rotinas das empresas em geral...

Olho para um canto da minha mesa e uma imagem me incomoda... Nada menos que 11 revistas paradas ali, esperando para serem lidas (Sim, eu tomei coragem para contar). Certamente, muitas reportagens interessantes, que seriam muito valiosas para o exercício da minha função.

Chego em casa e outra cena me aflige... Algumas revistas ainda na embalagem, há pelo menos 1 semana. No escritório, vários livros que comprei  desejando ter um tempo para lê-los, querendo isso mais que tudo quando estava lá, dentro da livraria, delirando entre tantos títulos interessantes. Comprei... e agora, cadê o tempo para ler?

Sem contar as mídias sociais: acompanhar todas é praticamente missão impossível. Facebook, Twitter, Blogs, sites de notícias, e-mails... ufa! Não consigo mais dar conta!!

Aliás, num desses sites esses dias, vi uma notícia assustadora: o brasileiro lê, em média 4 livros por ano e apenas metade da população é considerada leitora. Ou seja, pelo jeito eu não sou a única que não estou conseguindo vencer os livros! Ainda tento me manter acima dessa média, mas confesso que está ficando cada vez mais difícil.

Há algum tempo tenho me sentido assim, totalmente sufocada pela quantidade de informação que me cai às mãos todos os dias. E confesso... já não consigo mais priorizar o que é realmente importante, o que é desejável, o que eu posso descartar...

Nas rodas de amigos, a sensação é que sempre estão falando daquilo que eu não li. E por dentro, a culpa me consome! Pensamentos do tipo “se eu tivesse lido, estaria participando da conversa agora”, vão e vêm a todo tempo.

Mas definitivamente, eu queria conseguir relaxar. Porque jamais vou dar conta de ler ou absorver tudo aquilo que eu gostaria. Sim, eu gostaria de ler mais sobre Culinária, Fotografia, Política, Economia e Religião... E até aquelas revistas de fofocas, dos famosos passeando com seus cachorros, jantando, almoçando (como se isso fosse algo fora do comum!).

Mas eu também preciso de tempo para outras coisas... comer pipoca no sofá, passear com os meus cachorros, conversar com as pessoas que amo, visitar amigos, me visitar... Preciso de tempo para cuidar daquilo que eu gosto, daquilo que conquistei...

E por isso, vou tentar não vou sofrer tanto se eu não der conta de todos os assuntos e não souber o que está se passando com os primeiros capítulos da nova novela ou com o julgamento do mensalão. Ou ainda se não li a trilogia dos "Cinquenta Tons"!! 3 livros?! Onde eu conseguiria tempo para tanto?! Todo mundo só fala nisso!! Mas alguém vai me contar, eu sei... E assim, não me considerarei uma total desinformada, até que eu consiga ler um pouco sobre tudo...

A verdade é que cada vez mais as pessoas têm coisas para contar e por isso, o número de publicações aumenta cada vez mais. Eu gosto de ler, sempre gostei. Me lembro que quando era criança, estava sempre com um livro nas mãos. Mas percebo que hoje as pessoas estão mais cansadas. Acorda-se cedo demais para ir ao trabalho e dorme-se no ônibus ou no metrô até chegar em casa. Aquele tempo precioso para a leitura foi dedicado ao descanso necessário, que as grandes cidades roubam de nós através do trânsito, das filas...

Além disso, os equipamentos eletrônicos, de tão fácil conexão, invadem o tempo que você poderia ler uma revista... Tables, Smartphones e outros! Sempre tão acessíveis, conectados... daí a entrar no Facebook pra dar uma “olhadinha” e gastar 1 hora é um pulo!

Eu ainda não tenho receitas ou fórmulas mágicas para conseguir mais tempo para ler. Mas confesso que estou precisando disso. Então, quero compartilhar com vocês (que estão tirando um tempo para ler mais um texto de alguém que tem muito a contar) esse meu incômodo. E além disso, perguntar: Você está feliz com a quantidade de livros que lê por ano? Você já encontrou um jeito de “ler mais”?

Todos nós já conhecemos os benefícios da leitura. Ela abre portas, estimula a criatividade, nos faz sonhar, auxilia no processo de desenvolvimento, enfim... seria uma lista muito grande colocar todos eles aqui. Mas mesmo assim, ainda não colocamos a leitura como uma das prioridades. Por que? O que acontece com a gente?

Quero ouvir você. Compartilhe a sua experiência. Será ótimo trocarmos “figurinhas” sobre o assunto...

Abraços!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Liderança e o Gerenciamento do Stress


Todos nós já sabemos que ter um líder não preparado pode ser péssimo para a nossa carreira. Afinal, é na liderança que buscamos inspiração, é pelo líder que fazemos “algo a mais”, é ele que nos impulsiona a crescermos, a buscarmos o desenvolvimento. Ou não. A falta de preparo de liderança é uma queixa muito comum entre a maioria dos profissionais com quem converso, sejam eles de empresas pequenas ou grandes.

Mas um outro dado é ainda mais alarmante. Em um texto publicado recentemente, Robert Hogan, psicólogo expert em testes de personalidade, afima que 75% dos empregados ativos dizem que o pior aspecto do seu trabalho, aquele aspecto mais estressante, é o seu superior imediato. E ele complementa dizendo que  gerentes ruins criam um custo enorme para a empresa com assuntos relacionados à saúde, pois a maior causa do stress na vida moderna está relacionado à gestão ruim.

Entendendo os fatos: um gerente ruim pode ser responsável pela sua dor de cabeça, gripe, dores nas costas, etc. Isso porque o estress negativo afeta o nosso sistema imunológico e consequentemente, nos deixa mais vulneráveis à doenças em geral.

Stress faz parte da nossa rotina. O stress considerado saudável nos ajuda a mover, a ir atrás daquilo que queremos, a dar respostas para as nossas expectativas e a atingir objetivos. Entretanto, é preciso saber gerenciar o stress, para que ele não ultrapasse o nível aceitável que um ser humano é capaz de lidar.

É importante lembrar que existe um papel fundamental do líder nesse processo. Um líder bem preparado precisa ser capaz de identificar qual é o limite de stress “aceitável” para cada um de seus funcionários, uma vez que não somos todos iguais e reagimos de maneira diferente às situações cotidianas.

Ao funcionário, também cabe cuidar para que entenda qual é o “ritmo” daquela organização, o quanto ele está disposto a adaptar-se a esse ritmo e à forma como o stress é gerenciado.

Essa frase de Hogan pode ilustrar bem essa questão: “As pessoas escolhem os trabalhos que não são ideais para eles. A realidade do mercado de trabalho hoje é ter uma oferta de emprego sem pensar se é o lugar certo para eles. Isso leva à insatisfação e queixas. E eles podem querer culpar seus líderes por isso.”

Para auxiliar líderes e funcionários na gestão do stress, quero deixar aqui algumas dicas que podem ser úteis e que farão a diferença na hora de cuidar da nossa saúde.

DICAS PARA OS FUNCIONÁRIOS

. Mude sua forma de pensar:
- Pare de achar que tudo é uma “catástrofe” sempre supondo o pior. Tenha um pensamento positivo.
- Desenvolva uma maneira positiva de se expressar. Olhe para as histórias que viveu e reflita sobre os eventos ocorridos, as lições aprendidas, as boas experiências e o mais importante: sem exageros negativos.
- Tenha senso de humor. Mude a forma como você reage às pessoas e aos eventos. Bom humor sempre faz a diferença.
- Tenha expectativas realistas.

. Mude o seu Comportamento:
- Encontre o seu ritmo de trabalho, tire um tempo para si mesmo. Dê-se uma pausa.
- Encontre tempo para o lazer verdadeiro.
- Concentre-se para tirar mais proveito do seu tempo. Fazer muitas coisas ao mesmo tempo  raramente funciona e só gera mais stress.
- Diga o que você realmente pensa, passando uma mensagem clara. Melhore suas habilidades de comunicação.

. Mude seu Estilo de Vida:
            - Construa uma rede de apoio. Passe mais tempo com pessoas que podem lhe dar conselhos honestos e perspectivas positivas. Cerque-se de pessoas positivas e divertidas.
            - Cuide de si mesmo – faça exercícios regularmente, durma o suficiente, coma de maneira inteligente e saudável.

DICAS PARA OS LÍDERES

. Comunique-se e “Conecte as Pessoas”:
            - Seja claro e honesto ao comunicar-se. Reduza a ambiguidade e verifique a compreensão das pessoas em relação ao que você falou. Lembre-se que comunicação não é o que você disse, mas sim o que as pessoas entenderam.
            - Trate os funcionários com respeito.
            - Ouça atentamente para entender o conteúdo e as emoções. Faça perguntas para esclarecer as suas dúvidas. Parafraseie.

. Reconheça
            - Diga “obrigado” para o seu funcionário na frente da equipe.
            - Envie e-mails ou cartões agradecendo e reconhecendo o bom trabalho.
            - Se possível, faça reconhecimentos financeiros, ou então programe outras formas de comemoração: eventos, jantares, café da manhã, etc.

. Seja Flexível quando possível
            - Dê aos funcionários a flexibilidade necessária para gerenciarem seus trabalhos e responsabilidades.
            - Tente remover os obstáculos que seus funcionários possam ter no trabalho.
            - Trabalhe com seus funcionários para ajudá-los a desenvolverem o senso de controle e comprometimento com o trabalho.

. Lidere pelo Exemplo e Renove-se
            - Encoraje as pessoas a trabalharem o máximo possível dentro do horário de trabalho, sem horas extras. E faça o mesmo.
            - Encoraje as pessoas e terem vida social. Tenha vida social você também.
            - Facilite um ambiente de trabalho alegre, divertido e responsável. Um ambiente “leve” é a base para minimizar o stress.
            - Incentive-os a tirarem férias. E tire férias você também.

. Monitore e Intervenha quando necessário
            - Identifique casos críticos na sua equipe e chame para uma conversa privada e informal, buscando entender as razões. Muitas vezes o desempenho baixo pode estar associado à problemas pessoais e você, como líder, precisa entender, respeitar e ajudar, se possível.
            - Dê feedback com base nos comportamentos e desempenho observados. Tenha um histórico registrado dos funcionários, tanto do bom, quanto do mal desempenho.
            - Expresse preocupação genuína com as pessoas, ouça o que elas têm a dizer e faça sua parte.

Gerenciar o stress é mais do que uma necessidade. É uma obrigação para quem deseja ter uma vida saudável e produtiva. 

Boa sorte!