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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

10 Lições que Apenas Mulheres Fortes Conhecem...

Uau!! Faz tempo que não escrevo aqui... De um ano para cá parece que a vida ficou mais agitada e o tempo mais curto. As pressões do trabalho cada dia maiores e os desafios cada vez mais crescentes, considerando que o cenário econômico definitivamente não está favorável. Além disso, o meu papel de mãe (que por sinal é o meu preferido), também me toma muito tempo... Mas achei que era a hora de voltar. Estou precisando colocar para fora o que tenho vivido... quero continuar compartilhando minhas experiências, minhas angústias e reflexões... Não só do mundo corporativo, mas da vida. Afinal, esse espaço é para falar de Vida e Carreira.

Para começar, quero compartilhar um texto que encontrei na internet e que me identifiquei muito. Acho que nós mulheres, sempre temos desafios adicionais pela frente... Não é fácil exercer tantos papéis, dar conta de tudo, não deixar os pratos caírem! Mas lendo essas lições, realmente acho que vale a pena. Espero que se identifiquem!



10 Lições que Apenas Mulheres Fortes Conhecem...
Escrito por Rachel Wolfson
1) Amar e perder
Uma mulher forte conhece a sensação de crescer próximo a alguém e então perder esta pessoa. No começo é devastador. “Como vou conseguir viver sem esta companhia?”, nos perguntamos. Mas, achamos um caminho de seguir em frente. Entendemos que a vida segue, mesmo que um amor ou um amigo não faça mais parte dela. Aprendemos como deixar as pessoas irem.
2) Arriscar
Uma mulher forte não tem medo de fazer o que ela acha ser melhor naquele momento. Não nos preocupamos demais com o longo prazo porque assumimos riscos e, no fim, sabemos que valeu a pena porque tudo saíra mais ou menos como planejado.
3) Levantar sozinha depois de cair
Uma mulher forte não tem medo do fracasso porque já passou por isso e sabe que, mesmo o que exige esforço e tempo, pode não dar certo. Mas, ainda assim, nós nos levantamos e começamos tudo outra vez. Quando perdemos um trabalho, um amor e uma oportunidade incrível, aceitamos a derrota e nos reinventamos.
4) Deixa a barra da saia dos pais
Uma mulher forte sabe o que é deixar o conforto da casa dos pais e se despedir deles a caminho do aeroporto sem data para voltar. Sabemos o que cuidar de nós mesmas e, por isso, entendemos e valorizamos demais a família.
5) Sai da zona de conforto
Uma mulher forte é capaz de entrar em uma sala lotada de desconhecidos e andar como se estivesse em casa. Nós nos jogamos em um novo trabalho, novo país, nova relação, nova cidade, novos amigos, novas experiências e tiramos o melhor disto tudo.
6) Lida com a solidão
Uma mulher forte sabe que as pessoas vão e vem, por isso aproveita a felicidade de estar rodeada de pessoas, mas também consegue lidar com os momentos em que se pega sozinha. Sabemos que, apesar de triste, a solidão é passageira.
7) Vive momentos extremos
Uma mulher forte já viveu no limite, como uma guerra, por exemplo. Conhece o som e o perigo das sirenes, das pessoas correndo na rua, do barulho de tiros e reconhece nos olhos de mãe e crianças que eles estão em perigo. Tudo isto nos faz mais fortes e nos ajuda e valorizar a vida.
8) Supera os medos
Mulheres forte têm medo, como qualquer outra pessoa, mas sabem que isso é irracional e que é preciso superar. Entramos num avião sem querer, mudamos de país sem empolgação pensando no crescimento que isso nos trará, visitamos alguém amado no hospital mesmo sem saber o que nos espera.
9) Estimula seu corpo
Uma muher forte conhece muito bem o próprio corpo e trabalha para deixá-lo mais forte. Nós respiramos, nos alongamos, nos alimentamos bem porque sabemos que saúde significa vida longa.
10) Sonha alto
Uma mulher forte sempre tem grandes sonhos. Nós estamos sempre querendo fazer alguma coisa e que seja o mais bem feito possível. Não dissemos para nós mesmas “não é possível”, simplesmente acreditamos e lutamos pelos objetivos.

Abraços!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A Importância de Procurar Emprego da Maneira Correta...

Hoje trago um tema para o blog que pode até parecer um pouco polêmico, mas que depois de muitos e muitos e-mails e contatos via Linkedin de pessoas encaminhando os seus curriculos, achei relevante comentar.


Quero falar da importância em saber procurar emprego... isso mesmo! 

Nesses mais de 15 ano atuando em Recursos Humanos, recebo currículos e solicitações de contatos de vários profissionais, de todas as áreas de atuação. Sei que quando estamos em busca de uma recolocação, o que mais fazemos é buscar networking e fortalecer nosso vínculo de relacionamento conectando-se com o maior número de pessoas. Mas isso pode acabar prejudicando sua imagem profissional.

Você deve estar se perguntando: como assim? Por exemplo... Recebi num dia desses o CV de uma pessoa que teve toda a sua experiência profissional em concessionárias, vendendo automóveis. No outro dia, uma professora de educação física também me enviou o seu CV. Também já recebi contatos de Corretor de Seguros, Caixa de Supermercado, etc.  Na empresa onde trabalho atualmente, não consigo empregar pessoas com essas qualificações e meu círculo de relacionamentos tampouco permite facilitar contatos nessas profissões.

Assim, a impressão que fica é que você está literalmente “atirando para todos os lados”. Por isso, quero deixar aqui algumas dicas de ações que acredito que funcionam quando você está no mercado de trabalho:

1 – Faça um currículo que demonstre claramente qual é a sua área de atuação e quais competências você tem. Se possível, dê exemplos de projetos/ atividades que você realizou ao longo de sua carreira.
2 – Selecione as empresas as quais tem “match” com o seu perfil, ou seja, empresas onde realmente você encontrará posições que necessitam das suas competências.
3 – Faça um filtro na sua rede de relacionamentos seleionando aquelas pessoas que estão ligadas a essas empresas de alguma forma, ou aquelas que você tem certeza que poderão te ajudar, seja facilitando um networking, abrindo espaço com profissionais do segmento, etc.
4 – Envie emails personalizados para cada pessoa. Eu por exemplo, já recebi e-mails onde o meu nome estava incorreto (e-mails replicados, sem qualquer edição), nome da empresa onde trabalho atualmente incorreto, e por aí vai. A pessoa que vai receber o -email, precisa sentir que você está realmente direcionando aquele texto a ela, e não simplesmente enviando uma “mala-direta”.
5 – Não mande e-mails diários/semanais com o mesmo conteúdo. Mandar o seu CV mais de uma vez não é garantia de que ele será lido. Pelo contrário, pode mostrar uma ansiedade desnecessária da sua parte com relação ao processo de recolocação.
6 – Procure participar de grupos (reais ou virtuais) específicos à sua profissão. Acompanhe as discussões, se posicione e mostre interesse genuíno pelos temas tratados.
7 – Não envie cartas de recomendação sem que tenham sido solicitadas. Anexar a carta de recomendação logo no primeiro contato, pode parecer que você precisa de alguém para “atestar” sua competência. Espere que o processo seletivo caminhe e, se solicitado, envie a carta.
8 – Ajude outras pessoas que estão no processo de recolocação. Muitas vezes uma determinada vaga pode não ser interessante para você, mas você pode lembrar de alguém com quem teve contato nesse processo de busca e informá-lo sobre a vaga. Lembre-se: referenciar uma pessoa é diferente de informá-lo sobre processos seletivos em aberto. Seja parceiro!
É como diz aquela frase: “Procurar trabalho, dá tabalho”, mas com certeza, canalizando a energia de maneira correta, o processo se torna muito mais fácil e proveitoso.


Espero que essas dicas favoreçam a sua recolocação. 

Boa Sorte!!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Executivas Precisam Valorizar suas Características Femininas

Achei muito interessante essa reportagem publicada no site Valor.com, sobre a necessidade das mulheres resgatarem e trazerem para o mercado de trabalho suas características femininas. Acredito muito nisso e a experiência no dia-a-dia corporativo tem trazido provas de que essa é uma necessidade latente. 

Vale a pena a leitura...


Escrita por Vicky Bloch*


Empresas são, em sua grande maioria, entidades masculinas. Afinal, foram historicamente comandadas por homens e os valores e comportamentos desejados para suas lideranças foram construídos com base nas suas características. As mulheres, que somente nas últimas décadas passaram a se destacar nas organizações, tiveram como herança e referência, obviamente, tais lideranças.

O problema é que, ao adaptar seus comportamentos aos modelos existentes para se estabelecerem no meio, as mulheres abriram mão de características importantes da sua natureza. A intuição e a sensibilidade foram substituídas por posturas mais duras e pragmáticas. Tiveram de escolher entre mostrar competência ou carisma, e foram orientadas a ser "menos femininas" no ambiente de trabalho.

Um artigo publicado no ano passado pela revista Harvard Business Review, escrito pelos professores de liderança Herminia Ibarra, Robin Ely e Deborah Kolb, traz essa referência de maneira muito consistente. Replico aqui um trecho desse artigo ("Mulheres em ascensão: barreiras invisíveis") que me chamou a atenção: "A maneira como as mulheres são percebidas - como se vestem, como falam, sua presença de executiva e seu estilo de liderança - tem sido o foco de muitos esforços para alçá-las aos altos cargos. Fonoaudiólogos, consultores de imagem e especialistas em 'branding' veem crescer a demanda por seus serviços.

A premissa é que as mulheres não foram socializadas para competir com sucesso no mundo dos homens. Então, devem aprender as habilidades e estilos que suas contrapartes masculinas adquirem naturalmente".

Acontece, porém, que o cenário para as empresas está se transformando e tais características femininas, antes pouco valorizadas, começam a se fazer fundamentais. Ser intuitivo já foi definido por especialistas como um dos principais eixos de comportamento e atitude do futuro. A visão periférica, tão presente nas mulheres, torna-se essencial para assimilar as tantas referências globais que hoje influenciam os negócios.

Ou seja, a nova sociedade clama para que as pessoas, em especial as mulheres, sigam sua natureza e desenvolvam seus próprios padrões de comportamento e de liderança, sem se preocupar em responder aos modelos arcaicos existentes.

Estamos diante de uma nova "sociedade da transparência", regada pela comunicação aberta, dominada pela internet e reinventada pelos smartphones. Quanto mais verdadeiro o indivíduo for consigo mesmo, maior a possibilidade de ser bem-sucedido. Vale lembrar que nossos interlocutores estão cada vez mais preparados para encontrar erros e inconsistências. Por isso, ser você mesmo é fundamental para quem está na vitrine 24 horas por dia, sete dias por semana.

Mas, como voltar a essa natureza depois de décadas de um comportamento que a escondia? Não é uma tarefa fácil, em especial porque é preciso que os outros reconheçam e incentivem os esforços femininos. Como definiram os professores Ibarra, Ely e Kolb, "integrar a liderança à identidade é particularmente difícil para as mulheres, que devem estabelecer a credibilidade em uma cultura profundamente conflitante sobre se, quando e como devem exercer a autoridade."

Acredito que um bom começo é o olhar para dentro, a interiorização e o autoconhecimento. Fazer coisas que te tragam novamente para o mundo da intuição. Olhar nos olhos dos outros, exercer atividades criativas e meditar. Vale também observar se as suas características relacionais, competências essas tão demandadas na atualidade, permanecem fortes nas suas atitudes.

Se você percebe um interesse genuíno pelo outro, mas sente que poderia estar se relacionando melhor com ele, pode ter encontrado um bom ponto de partida para buscar suas origens. Que tal perguntar à sua mãe ou à sua avó como você era lá atrás?

Elas podem ajudá-la a perceber se você está atuando em um papel que não é o seu.

Acredito que, se conseguirem resgatar suas características femininas no ambiente de trabalho, muito em breve as mulheres em posições de liderança não precisarão mais optar entre serem respeitadas ou serem queridas.

* Vicky Bloch é professora da FGV, do MBA de recursos humanos da FIA e fundadora da Vicky Bloch Associados

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

7 coisas para Pesquisar antes da Entrevista de Emprego

Compartilhando aqui uma reportagem bem interessante publicada no site da Revista Exame na última semana. 

Se você está prestes a participar de algum processo seletivo e quer se preparar melhor, vale a pena a leitura...

....

Por Adeline Daniele

Antes de ir para uma entrevista de emprego, é preciso saber o mínimo sobre a empresa que está recrutando.

Além de te colocar um passo a frente de outros candidatos que não pesquisaram sobre o assunto, você pode usar estas informações para se identificar com os valores e a missão da companhia. E esses detalhes não passam despercebidos pelos recrutadores.

Então, se você tem uma entrevista de emprego marcada para os próximos dias, dê uma olhada nestas dicas que a especialista em carreira e ambiente de trabalho do portal de empregos Glassdoor, Heather Huhman, listou com as sete coisas que você precisa pesquisar sobre um empregador.

1. As qualificações e experiências que a companhia valoriza

Saber o que uma empresa procura em um candidato é imprescindível para se dar bem em uma entrevista de emprego.

E é dessa forma que você poderá se destacar no processo seletivo e se encaixar nos requisitos da vaga.

Pesquise nas páginas de carreira da empresa – se ela tiver – e leia os detalhes da oportunidade publicada.

Se puder, fale com alguns funcionários que já trabalham na companhia para saber o que ela valoriza em um profissional.


2. As "peças-chave" da organização

Pesquise sobre os funcionários que ocupam cargos importantes na companhia, como gerentes, diretores, CEO, etc. Você tentar encontrar informações sobre eles na página da empresa.

Também dê uma olhada no que esses profissionais falam sobre a companhia pelo LinkedIn ou em outras redes sociais.


3. Notícias e eventos recentes sobre a empresa

Procure saber quais foram as últimas notícias que saíram na mídia sobre a companhia, bem como os eventos que ela promoveu.

Muitas empresas colocam estas informações em páginas dedicadas a releases de imprensa ou até mesmo criam sites para divulgar suas ações.


4. Visão, missão e valores

Um dos aspectos mais importantes analisados pelos especialistas em Recursos Humanos nos candidatos é o quanto eles se identificam com a visão, missão e valores da companhia.

Quanto mais alinhado aos valores da empresa, mais perfil um profissional tem para trabalhar nela.

Essas informações podem ser facilmente encontradas no site da companhia, na seção “Sobre”. Você também pode aprender sobre a cultura da companhia pelas redes sociais onde ela tem perfil.


5. Clientes, produtos e serviços

Não dá para tentar trabalhar em um lugar se você não tiver uma ideia dos produtos, serviços e clientes da empresa. Encontre essas informações no site ou no blog da companhia.


6. Informações "‘privilegiadas"

Heather Huhman também aconselha o profissional a buscar informações sobre a companhia em que está disputando uma vaga.

No portal Glassdoor, por exemplo, funcionários podem avaliar anonimamente suas empresas e falar sobre as vantagens que têm em trabalhar ali.

Como no Brasil ainda não existe um portal com tantas informações como o site norte-americano, os profissionais daqui podem dar uma olhada no que os atuais funcionários da companhia falam sobre ela nas redes sociais.

Quem conhece uma pessoa que já trabalhou no local também pode pedir referências sobre o ambiente de trabalho da empresa.


7. A pessoa que irá te entrevistar

Saber quem será seu entrevistador pode te dar uma vantagem na competição pela vaga.

Ter essa informação pode ajudar o candidato a se identificar mais com o recrutador, fazendo com que a conversa flua com mais facilidade.

Essa técnica também pode ajudar aqueles que ficam muito nervosos durante uma entrevista.

Muitas vezes, algumas pessoas podem ficar ansiosas e ter o desempenho prejudicado por saberem que serão entrevistadas por uma mulher ou homem, ou por alguém em um cargo alto na companhia.

Uma forma de procurar informações sobre o recrutador é pesquisando pelo nome informado no e-mail que ele enviou para marcar a entrevista.

Caso você não consiga encontrar o nome, entre em contato com a companhia e pergunte quem será o seu entrevistador.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Por um Mundo mais Feliz...


Começo o ano escrevendo sobre uma percepção que tem me incomodado nos últimos tempos... Onde eu vou, tenho observado o humor, ou melhor, a falta dele, em relação aos atendentes. Lojas, restaurantes, supermercados... é impressionante o quanto as pessoas parecem estar cansadas, ou "de saco cheio", se é que me entendem.

O ano mal começou e sinto como se as pessoas estivessem estressadas a ponto de não conseguirem abrir um sorriso sequer. O que está acontecendo? Onde está o problema?

Começo a imaginar as possíveis razões:

1 - Sabemos que lidar com o público não é tarefa fácil. Sempre tem aquela pessoa chata, exigente ao extremo que te faz perder a paciência...

2 - Os salários não andam nada bons. Por mais que o governo tente mostrar melhorias nesse setor, sabemos que a economia não está tão aquecida, os preços aumentaram, o custo de vida está cada vez mais alto, mas o salário quase não sofre alterações. Ou seja, o nosso poder aquisitivo diminuiu consideravelmente.

3 - Começo de ano = contas extras: escola, IPTU, IPVA, despesas do fim do ano... e assim entramos em Janeiro preocupados se daremos conta de tantas despesas que não param de chegar diariamente.

4 - A constatação de que 2014 começou sem grandes mudanças, quero dizer, criamos expectativas de que o ano velho acaba e com ele, acabam também os problemas... mas daí o ano novo começa o os problemas continuam lá, no mesmo lugar, muitas vezes maiores, para resolvermos.

Enfim, faria uma grande lista aqui das possíveis razões pelas quais as pessoas estão tão mau humoradas... mas ao mesmo tempo em que começo pensar nessa lista, reforço a minha crença de que tudo o que acontece conosco é fruto das nossas escolhas. Quero dizer, você está onde escolheu estar... Tá bom, eu sei que várias pessoas que estão lendo isso agora podem falar: "Eu não escolhi estar aqui, estou aqui por falta de escolha"....

Desculpe, mas não vou mudar minha opinião... até a falta de escolha, para mim, é uma escolha. 

Então, o meu convite é para uma profunda reflexão... adianta fazer cara feia, tratar mal as pessoas, com mau humor? Isso irá resolver os seus problemas?

Por mais infeliz que você esteja no seu trabalho, ele ainda é seu... ele está tomando uma boa parte do seu tempo e só por isso, já mereceria que você se empenhasse mais em passar por ele de maneira mais agradável.

Não estou dizendo que no meu trabalho também não tenho momentos de baixo astral, frustração, questionamentos... todos temos! E isso faz parte do processo de crescimento, desenvolvimento e amadurecimento profissional. Mas não é por isso que eu preciso transferir esse sentimento para as pessoas que estão ao meu redor... posso sim, trabalhar internamente para entender os motivos que estão me levando a isso e tentar resolver aquelas preocupações que me afligem.

Por um mundo mais feliz, menos ranzinza, por pessoas menos amargas... Esse é o meu desejo para 2014!!

Que possamos nos tornar cada vez mais conscientes das nossas escolhas... e lembrar que a situação que me encontro hoje é fruto das escolhas que fiz ontem... e que portanto, é somente responsabilidade minha.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Conectados?




Hoje fui almoçar com 4 amigas com o objetivo inicial de comemorar o resultado de uma semana de trabalho num projeto... Como sempre, almoçar com as amigas é muito bom, porque relaxamos, rimos, contamos histórias... sem julgamentos, sem comentários... somente pelo prazer de ouvir e de compartilhar!

Acontece que num determinado momento da conversa, começamos a falar das coisas que fizeram parte do nosso passado... Falamos de internet discada (sim, tentamos imitar aquele barulho que fazia enquanto você tentava conectar...rsrsrs), das tele-mensagens, da máquina de datilografia, da máquina fotográfica com filme de 36 poses, do curso de computação onde se aprendia DOS, da ficha telefônica, entre outros “dinossauros”...

Uma das amigas tem menos de 20 anos e óbvio que ficou perdida no meio de várias coisas que falávamos...

Num determinado momento da conversa, me peguei pensando... não faz tanto tempo assim que isso aconteceu! E como as coisas mudaram!! Tudo hoje é muito rápido, todo mundo está conectado, as informações chegam a cada segundo de milhares de fontes diferentes... Claro que há infinitas vantagens nisso tudo. Nossa vida facilitou em muitos sentidos com o avanço estrondoso da tecnologia. Mas também fiquei pensando o quanto perdemos: perdemos o bate-papo informal, perdemos o prazer de escrever (já que hoje, quantos menos caracteres, melhor!), perdemos o convívio com outras pessoas...

 E nesse momento, a tecnologia me assusta... como será que nossos filhos e netos viverão? Será que saberão que um dia, foi possível viver sem o computador? Ou sem aquele aparelho chamado celular?
Pois é, às vezes eu acho que precisamos voltar a pensar nisso. Estamos trocando as relações pessoais pelas amizades virtuais... Somos cada vez mais dependentes e reféns dos aparelhos eletrônicos que invadem a nossa vida por todos os lados.

No mesmo restaurante, numa mesa ao lado na nossa, havia um grupo de crianças de aproximadamente 10 a 12 anos. Engraçado que, quando levantamos para irmos embora, olhei para a mesa... e adivinha? Todos, isso mesmo todos os garotos na mesa estavam mexendo em seus celulares.

Parece coisa de louco? Sim, talvez... Mas é a realidade que vivemos... 

Por isso o meu convite é para que você pare e reflita um pouco sobre quais momentos você pode deixar a tecnologia de lado e voltar a viver como há 15 ou 20 amos. Tente fazer um exercício de, pelo menos 1 vez ao dia, fazer algo onde você não precise do seu computador ou do seu celular... Ao invés de ligar para aquele seu amigo, por que não tentar encontrá-lo pessoalmente? Ao invés de escrever a mensagem de Parabéns na linha do tempo do Facebook, por que não passar e dar um abraço? Coisas simples... que possam resgatar os valores da convivência, da companhia, do “estar presente”...

E que essa experiência seja muito prazerosa para você, assim como é prazeroso poder estar “conectado” sempre e em qualquer lugar!

Enjoy!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sobre as Nossas Escolhas...



Depois de um longo período sem descanso, consegui tirar 10 dias de férias e fiz uma viagem de 7 dias para a Bahia. Estava precisando descansar, sair da rotina altamente estressante do mundo corporativo, “desocupar” a mente e relaxar um pouco.

Não sei exatamente porque eu escolhi a Bahia. Certa manhã estava folheando uma revista, vi a matéria sobre uma pousada recém inaugurada, com uma paisagem linda e pronto! Estava tomada a decisão do nosso destino (O Carlos logo concordou também, pois também estava precisando dar uma “desestressada”!).

A semana na Bahia foi ótima! Tirando alguns momentos de chuva e céu nublado, foi possível passear, descansar, conhecer novos lugares e principalmente... refletir! Pude refletir o quanto (e como) tenho trabalhado nos últimos anos... a carga de trabalho pesada, a necessidade de fazer sempre mais e melhor, a cobrança excessiva para que as coisas aconteçam cada vez mais rápido... e ao mesmo tempo, naquele lugar, de frente para o mar, fiquei olhando o ritmo de vida que algumas pessoas ali estava levando. Não posso julgar se elas estavam mais ou menos estressadas, mas senti que tenho dado pouco valor para momentos de mais tranquilidade, momentos em que realmente estou “fazendo nada”, porque eles também dão importantes. Aquele verdadeiro momento “Dolce far Niente”...

O fato é que tenho acreditado cada vez mais na máxima que escolhemos tudo o que acontece em nossa vida. Tudo mesmo! E sei que também escolhi a vida que levo hoje... escolhi a minha profissão, a empresa que trabalho, a quantidade de horas que trabalho, a cidade onde moro, as pessoas com as quais convivo... E muitas vezes, me pego reclamando de algumas coisas, esquecendo que elas são fruto das minhas escolhas!

Voltando ao trabalho encontrei mais de 600 emails para ler, um monte de decisões a serem tomadas, assuntos a serem resolvidos (porque obviamente eles não se resolveram sozinhos durante a minha ausência... rsrsrs). Mas também estou tentando encontrar um tempo para mim: para refletir sobre a minha qualidade de vida, sobre as minhas escolhas e como essas escolhas hoje definirão como será o meu futuro.

Cada vez mais é preciso tomar consciência daquilo que muitas vezes não queremos ver... Temos a tendência de nos “esconder” atrás das desculpas... a falta de tempo, a necessidade de ser o melhor, o trânsito, a pressão na empresa, o fast food que comemos... E assim, vamos nos deixando levar, achando que não estamos escolhendo o nosso caminho, mas sendo escolhidos por ele. Engano nosso! Quando não escolhemos o que ou como fazer, também é uma escolha nossa, uma decisão pensada... Portanto, a nada  ou a ninguém podemos atribuir a “culpa” a não ser a nós mesmos.

Decidi que vou fazer mais escolhas conscientes... E para isso, vou me conhecer melhor, saber dos meus limites, das minhas necessidades e das minhas expectativas. Saber que, para cada escolha, haverá um ganho e uma perda e que cabe a mim, somente a mim, fazer um balanço entre o que quero ganhar e o que estou disposta a perder.

No fim das contas, eu escolhi sim ir para a Bahia. Escolhi porque estava precisando buscar um novo olhar, uma nova forma de ver a vida. Estava precisando trazer mais cor, calma e paciência para os meus dias... e lá eu encontrei isso!

Desejo que você possa se tornar cada vez mais consciente das suas escolhas. E que elas possam te ajudar a desenhar o seu futuro, que, pensando bem, já é daqui a 1 minuto. J

Boas escolhas para você!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

E Quando o Feedback é Para Você?


Já falei aqui em alguns posts sobre a importância do feedback no desenvolvimento das pessoas. Já sabemos que feedback é um presente e que, quando bem direcionado, nos ajuda a identificar oportunidades de melhoria e enxergar nossos “gaps”.

Mas será que estamos realmente preparados para receber esse “presente”? Mais do que isso, o que fazer com esse presente? Quero dizer, como tratar esse feedback, especialmente o negativo, para que ele realmente possa trazer efeitos positivos para a sua carreira e até para a sua vida pessoal?

A gente sabe  que nem sempre é fácil ouvir aquilo que não queremos, ou seja, quando alguém nos fala algo que não condiz com a imagem que temos de nós mesmos, nossa tendência é reagir, não concordar e se fechar para a mensagem... Lembre-se que as nossas intenções podem ser diferentes dos comportamentos que expressamos. Por exemplo: você pode ter a intenção de ser simpático com as pessoas, mas quando chega aos escritório, mal tem tempo para dar “bom dia”... Isso pode ser encarado como antipatia, o oposto do que você imagina estar passando para as pessoas.

Por isso acredite... Quanto mais preparado você estiver, mais fácil será entender e interpretar o feedback, tomando para si aquilo que realmente faz sentido e que pode te ajudar a melhorar comportamentos que serão úteis para você.

Deixo aqui então algumas dicas:

1 – Primeiro ouça, sem interrupções ou argumentos: no momento em que alguém nos diz algo que não esperamos sobre nós mesmos, nosso primeiro impulso é buscar argumentos e justificativas. Ao fazer isso, você pode quebrar o vínculo com a pessoa que está lhe dando o feedback e pode perder informações importantes que serão úteis para o seu desenvolvimento.


2 – Peça Exemplos: Ouvir atentamente não significa não falar absolutamente nada! Se não ficou claro para você o que a outra pessoa quis dizer, peça exemplos de situações onde ela pode perceber o seu comportamento. Quanto mais fatos você tiver, mais fácil será aceitar o feedback. Não tente “decifrar” a mensagem... Pergunte, quantas vezes forem necessárias, mas não faça interpretações.

3 – Reflita: de tudo o que você ouviu, pode ser que algumas coisas lhe sirvam e outras, nem tanto. O mais importante é refletir, ver o que faz sentido e o que você acredita que pode mudar. Muitas vezes, especialmente no ambiente corporativo, alguns comportamentos precisam ser ajustados, de acordo com a missão, visão e valores da empresa. Mudar para adaptar-se à esses valores faz parte do nosso papel profissional, desde que você esteja disposto a isso sem ferir o seus próprios valores. 
4 – Valide o Feedback: um outro ponto importante é sobre quem está lhe dando o feedback. Muitas vezes, não “validamos” a pessoa a qual está falando conosco e por isso, nossa tendência é se fechar para a mensagem. Se a pessoa que lhe deu o feedback não tem sua credibilidade, ouça o que ela diz e procure validar a mensagem com outras pessoas. Pergunte para àquelas pessoas nas quais você confia, o que elas pensam a respeito de determinado comportamento seu. Assim, ouvindo de outras pessoas, fica mais fácil aceitar o feedback.

5 – Controle sua Emoção: chorar, xingar, gritar, bater a cabeça na parede... nada vai melhorar a situação. Comportamentos assim só deixarão mais explícito que você está negando o feedback recebido. Respire fundo, pense, acalme-se e reflita. Se ficar muito abalado com o que ouviu, peça um tempo à pessoa que lhe deu o feedback e volte a falar com ela quanto estiver mais calmo... mas jamais perca o controle.

6 – Assuma o Compromisso de Mudar: se o que você ouviu fez sentido para você, trace um plano de ação consigo mesmo. Estabeleça metas, prazos e a forma como você irá trabalhar para melhorar o ponto de desenvolvimento identificado. Além disso, faça uma auto-avaliação periódica e também peça novos feedbacks para acompanhar sua evolução.


Lembre-se que errar não é sinônimo de fracasso. É através do erro que nos desenvolvemos e aprendemos a fazer melhor. Se alguém se dispôs a dar o feedback para você a partir do seu erro, é porque acredita que você tem capacidade para melhorar. E isso é um ponto positivo! Grande parte dos profissionais os quais converso, reclama exatamente da falta de feedback. Portanto, encare esse processo com naturalidade e como um presente realmente, ainda que não seja aquele presente “desejado”... Tenha certeza que ele pode ser útil a você! Basta aceitá-lo abertamente, e usá-lo da melhor maneira possível.


Que saber mais? Assista a um trecho do vídeo "Janela de Johari", que trata exatamente do assunto Feedback.


Falarei mais sobre esse conceito em outros posts por aqui.



Abraços!!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Os Cinco Arrependimentos dos Pacientes Terminais...



Meu convite hoje é para que você pare um pouquinho o que está fazendo e leia essa matéria que foi publicada no site do Hospital Albert Einstein (www.einstein.br) em Janeiro deste ano.

Ela nos faz refletir sobre como estamos levando a nossa vida, e o mais importante... nos faz parar pra pensar se vamos ter tempo para corrigirmos aquilo que não nos agrada ou se vamos levar conosco os nossos arrependimentos... 

Você trabalha demais? Dedica pouco tempo aos seus filhos, amigos, parentes? Não tem feito coisas que realmente gosta? Há quanto tempo não vai pra casa a tempo de ver o sol se pôr? Talvez seja bom parar, pensar... e começar a mudar já aquilo que não te faz feliz!

Espero que gostem da leitura!


Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. "The Top Five Regrets of the Dying" (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bronnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.

Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.


1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.

“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.

“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.

“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.

“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.

“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.

“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.

“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.

“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.

“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.

“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.


Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.

“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meu Primeiro Dia de Trabalho... E agora?

Vai começar num novo trabalho e não sabe exatamente como se comportar no primeiro, ou nos primeiros dias?

Vale a pena ler essa reportagem publicada no site da Revista Exame, sobre dicas para começar com o "pé direito" no novo trabalho! Boa sorte!!



Como impressionar o seu chefe no 1º dia de trabalho
Ambiente, chefe, colegas novos e a certeza de estar sendo observado de perto. Aterrizar em uma nova empresa é sempre um desafio para a carreira profissional. De acordo com Celia Spangher, diretora de gestão do talento da Maxim, aquela tradicional máxima de que a primeira impressão é a que fica continua valendo.
"As pessoas fazem 'leituras' nossas de forma bastante rápida e logo de cara. Por isso é tão importante cuidar da apresentação pessoal logo na primeira vez", diz ela. Confira 5 dicas de especialistas consultados por EXAME.com que ajudam a causar uma boa impressão já no primeiro dia de trabalho:

1. Chegue alguns minutos mais cedo
Madrugar no novo emprego não é uma boa ideia, mas estar no escritório em torno de dez minutos do horário de entrada ajuda a entrar com o pé direito. "A pontualidade é muito valorizada", dia Célia.
Em cidades onde somos reféns do trânsito e do clima, a atenção deve ser redobrada, segundo ela. "A regra dos 10 minutos coloca qualquer um em posição confortável", recomenda Célia.
O mesmo vale para o horário de saída. Ficar até mais tarde sem motivo não é recomendável. De acordo com a especialista, a hora extra não deve ser regra e, sim, exceção. "Colaboradores de alto desempenho têm vida pessoal, fazem atividade física, têm família e amigos e, principalmente, costumam ser eficazes o suficiente para terminar suas atividades dentro do horário normal de trabalho", diz.
Ao longo do tempo, vários fatores podem mudar esta realidade, na opinião da especialista, mas nesse primeiro momento não ultrapasse o horário do expediente sem que seja absolutamente necessário. "Futuramente isso vira um hábito e pode prejudicá-lo", diz.

2. Não queira agradar "a todo custo"
Sim, impressiona mais quem não fica querendo impressionar. "Querer agradar quem quer que seja é uma faca de dois gumes, uma situação perigosa", diz Célia.
De acordo com ela, essa ânsia de agradar o chefe pode colocar você em sérios apuros porque outros membros da equipe, que não conhece, você, podem interpretar mal suas atitudes. "O ideal é sentir o terreno onde está pisando primeiro antes de se aventurar a causar grandes impactos".
Demonstrar abertura, simpatia e interesse genuíno, além, é claro de ser autêntico surtem mais efeito do que tentar causar impacto a todo custo. "Você terá tempo suficiente para provar o seu valor, mais tarde", diz Célia.

3. Observe mais e fale menos
"A primeira coisa a se fazer é observar e observar", diz a diretora de negócios da consultoria LHH/DBM, Irene Azevedo.
Antes de agir, repare no estilo do chefe e em como tudo acontece naquele ambiente de trabalho. "Observe mais do que fale. Lembre-se que você também está sendo observado por todos", diz Célia.
Manter o "radar" aguçado vai certamente facilitar a compreensão da cultura da empresa e ajudá-lo a dar os próximos passos.

4. Faça perguntas na medida certa
Tudo é novo e você quer aprender rápido. Para isso, fazer perguntas é fundamental. "Perguntar é bom porque quem não pergunta não aprende", diz Irene.
Mas é necessário saber a medida. "A diferença entre remédio e veneno é a dose. Ficar atormentando os colegas que estão trabalhando e até mesmo seu chefe o tempo todo com 500 perguntas é muito desagradável", diz a diretora de gestão do talento da Maxim.

5. Anote
"Anotar é muito importante nesse primeiro momento", diz Irene. É essencial ter um bloco, caderno ou qualquer outra ferramenta para organizar a avalanche de novas informações que vai cair sobre você.
No entanto, Célia afirma que neste caso também é preciso ter bom senso. "Nem sempre cabe na cultura da empresa ou na posição que você vai ocupar", diz.
Se não for indicado carregar um caderno de anotações para onde for, a solução é mantê-lo na sua mesae ir anotando à medida em que informações importantes forem aparecendo.