Compartilhar... Aprender... Ensinar... Esse espaço reflete aquilo que penso... as minhas preocupações, as minhas crenças e meus valores... Um pouco do que vejo sobre temas de Vida e Carreira... sobre os desafios de sermos melhores a cada dia, como pessoas e profissionais... Seja bem-vindo!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
A Tecnologia no Futuro...
O mundo está em constante evolução. Não é preciso voltar muito no tempo para ver o quanto a tecnologia tem mudado a nossa vida, seja em coisas simples como ler uma notícia online, ou em coisas mais complexas, como descobertas para o tratamento de novas doenças por exemplo...
O fato é que não dá para fugir dessa evolução (ou revolução) tecnológica. Mesmo que você seja totalmente averso a isso, em algum momento sua vida será afetada... e é preciso estar preparado para isso!
O que eu realmente acredito é que a tecnologia pode vir para somar, muito mais do que para destruir... e isso me deixa muito feliz! Ver as pessoas conectadas, aprendendo, se desenvolvendo me encanta!
Por isso, quero compartilhar esse vídeo, que mostra o como esse avanço pode impactar positivamente a nossa vida. Assistam e comentem.
Qual é a sua opinião a respeito? Você compartilha da ideia de um "mundo mais conectado"?
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=a6cNdhOKwi0
Enjoy!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Sobre Experimentar...
Eu não
gostava de comida japonesa... Há uns 2 anos, me convidar para ir a um
restaurante desse tipo era uma perda de tempo. Não me pergunte o motivo.
Simplesmente, ouvia pessoas do meu círculo de amizades dizendo que comida
japonesa era ruim... E fui amadurecendo essa informação no meu cérebro, ao
longo dos anos. Até que há mais ou menos 2 anos, fui apresentada a esse prato,
num momento muito legal. Confesso que de cara, achei o gosto meio diferente...
estaria eu comendo “peixe cru”?
Hoje,
fico louca quando tem comida japonesa no almoço na empresa onde trabalho ou
quando tenho a oportunidade de ir a um restaurante japonês. Foi uma descoberta
maravilhosa, meu paladar simplesmente aprendeu a conviver com um novo sabor...
Mas, o
que isso tem a ver com esse blog? TUDO! No nosso dia-a-dia, tantas vezes somos
tomados pelo sentimento que me “pegava” quando o assunto era comida japonesa:
não gosto, não dá, as pessoas dizem que é ruim, etc, etc.
E por
isso, vamos nos “engessando” em processos que poderiam ser melhores, vamos
deixando de testar uma nova forma de desenvolver as pessoas, uma nova forma de
liderar...
Fomos “educados”
a fazer sempre o mais fácil, ou pelo menos seguir aquilo que já está pronto... Nossa
educação foi assim... por exemplo, quem se atreveria a pintar uma árvore que não
fosse verde e marrom, principalmente quando era “trabalho pra nota”? Acredito
que trouxemos isso para a vida empresarial... e hoje, quando vemos uma “árvore”
na nossa frente, tratamos logo de usar o “verde” e o “marrom”. Esquecemos que
ao longo do nosso caminho, nossas experiências nos mostraram que existem sim árvores
de outras cores e que podemos testar novas formas de “colorí-las”.
Assim,
fazemos sempre o mesmo tipo de avaliação de desempenho dos nossos funcionários,
deixamos de dar feedback (afinal, isso não é bronca?), deixamos de facilitar os
nossos processos e com isso, ficamos cada vez mais complexos, engessados e
pouco desafiados.
Ontem
estava lendo uma revista (Vida Simples) e uma autora falava da necessidade de
se criar um símbolo para quando mudamos de ideia, quando temos um novo insight,
assim como temos um símbolo (o da lâmpada) para quando temos uma ideia.
Fiquei
pensando nisso... em quantas vezes durante o meu trabalho esse “símbolo”
apareceria cada vez que eu pudesse pensar uma nova forma de fazer alguma coisa,
rever e simplificar um processo, simplesmente fazer diferente. Tenho certeza
que seriam muitas essas oportunidades. E por isso, a partir de hoje, quero
olhar para as coisas com um outro olhar... um olhar de quem está aberta a
EXPERIMENTAR!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Evento "Talent Management Summit" - Participe!
Quero divulgar aqui o evento "Talent Management Summit", que acontecerá entre os dias 25 e 27 de Outubro, em São Paulo.
Farei uma palestra no dia 27, com o tema: "Desenvolvimento da liderança e retenção de talentos através de programas diferenciados para atender da melhor maneira a diversidade nas organizações."
Segue o link do evento, onde você pode encontrar mais detalhes!
Abraços e até lá!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Fofoca é o que mais irrita os brasileiros no trabalho
Apesar de recorrente em muitos ambientes de trabalho por aí, a fofoca é o, digamos, hábito profissional que mais incomoda os brasileiros. Segundo pesquisa divulgada nesta quarta, 83% dos usuários do LinkedIn no Brasil apontaram esse tipo de comportamento como o mais irritante no ambiente no ambiente de trabalho.
Ao redor do mundo, a fofoca profissional incomoda 62 % dos usuários do LinkedIn. Nos Estados Unidos, 65% dos profissionais detestam quando descobrem que a sua comida do refrigerador foi roubada.
Enquanto os alemães se irritam com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo (microondas e refrigerador, por exemplo), os japoneses odeiam ser motivo de piadas na empresa.
Na Índia, 74% dos entrevistados não gostam de ouvir os constantes toques de celulares dos colegas de trabalho. A Índia é o país que mais registrou fatores que irritam no trabalho (19 de 38) e os italianos foram os que menos listaram reclamações (15 de 38). Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar do ranking.
No Brasil, 76% das mulheres se irritam com o uso de roupas inadequadas no trabalho contra a opinião de 44% do público masculino. Nos Estados Unidos, a diferença entre sexos também foi constatada nesse mesmo quesito, 62% das mulheres contra 29% dos homens. Na Suécia a tolerância quanto ao vestuário no trabalho é maior: 35% das suecas se irritam com as roupas inadequadas enquanto apenas 12% dos suecos marcaram essa opção.
Confira quais são as cinco atitudes que mais irritam profissionais, independente de nacionalidade ou sexo:
1 pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões
2 profissionais que reclamam constantemente
3 espaços coletivos sujos
4 reuniões que atrasam ou que demoram muito
5 pessoas que não respondem e-mails
Foram analisados mais de 17 mil usuários da base de dados do LinkedIn entre agosto e setembro, em 16 países – inclusive o Brasil. Atualmente, a rede tem mais de 120 milhões de membros no mundo e mais de 4 milhões no Brasil.
Fonte: Site Revista Exame
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Não tem Mágica...
"As palavras "aprender" e "fácil" não combinam. Tornar-se bom em qualquer coisa é duro. A recompensa está na evolução: sentir-se melhor, mais capaz e feliz...
Aos 10 anos, Milton Filho se apaixonou. Ela se chamava Zodie: uma bola de metal com a extraordinária capacidade de pairar no ar, como se voasse. Controlar esse poder não era moleza. Aprendiz de mágico, o garoto passava todas as tardes em frente ao espelho, tentando dominar a esfera. "Sentia vontade de desistir, porque não conseguia fazer a Zodie flutuar", conta. Um dia, finalmente ela cedeu. Foi uma explosão de alegria. Aos pulos, saiu correndo para mostrar o passe para a mãe. E, assim, Milton tornou-se mágico oficial das festas de família.
Os truques entraram em sua vida quando o pai, radialista em Belém do Pará, se encantou com a habilidade de um mágico e lhe pediu que ensinasse os segredos a dois de seus oito filhos. Seu irmão logo desistiu, mas Milton seguiu firme. E foi com a bola prateada que ele descobriu que aprender não se parece em nada com um passe de mágica. Pede dedicação, treino, repetição, cansaço. Até hoje, Milton, agora um médico de 61 anos, usa o tempo livre para praticar. "Gosto de fazer as pessoas sonharem a cada truque", explica. Recentemente, comprou cinco jogos de mágica. E continua treinando em frente ao espelho para encantar amigos e familiares,
É que aprender é um processo de esforço contínuo. Estudar algo novo é sempre um desafio. Desestabiliza o pensamento acomodado e força a buscar novas soluções. Por isso, é preciso persistência, paciência, tempo. Principalmente até chegar aos primeiros resultados, que nos enchem de força para prosseguir.
"Quem gosta, persiste", diz Marisa Elias, professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. "Alguns processos exigem técnicas. E é preciso muito treino para, por exemplo, adquirir habilidade com as mãos."
Destrava-Língua
O prazer aliado ao trabalho duro é o que move o empresário paulistano José Peres a falar oito línguas. Filho de espanhóis, ele nasceu em meio ao dialeto catalão que os pais falavam entre si. Na escola, aprendeu francês e latim. Assim que se formou em engenharia química, notou que precisaria também do inglês. Estudou a língua por dois anos, e não demorou veio o convite para trabalhar nos Estados Unidos. Adquiriu fluência. De volta ao Brasil, a empresa onde trabalhava começou a negociar com alemães. Entendiam-se em inglês, mas José ficava intrigado ao ouvir os novos parceiros cochichar entre si. Curioso, aprendeu o suficiente para entender e responder em alemão.Alguns anos depois, começaram as negociações com o Japão. E lá goi José conhecer três alfabetos desses orientais.
Para ele, aprender línguas aumenta as chances nos negócios - e rejuvenesce. Hoje, com 72 anos, sentar-se na carteira para José é voltar a ser jovem. "Quando eu estou na sala de aula, viro um menino. Dá até vontade de jogar bolinha de papel na cabeça do professor", diz. Foi por causa desse prazer que, quando completou 60 anos, voltou a estudar o francês da infância e aprendeu italiano. Agora, dedica uma hora por dia - e duas aulas semanais - a descobrir o mandarim dos chineses. E que não se imagine nisso um talento para ser poliglota: para José, aprender novas línguas nunca foi tarefa fácil. "Não sou autodidata. Estudar, para mim, exige sacrifício. Detesto fazer lição de casa, mas faço. Não perco nenhuma aula porque sei que, se faltar, terei de estudar sozinho duas horas a mais".
José sabe que todo aprendizado exige disciplina. O hábito de estudar também precisa ser ensinado. "Ninguém nasce autodisciplinado", afirma Maria Silva Bacila, professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. "Isso vem da família e da escola, que impõem hábitos de estudos". Por isso, apesar de cada um desenvolver seu jeito de aprender, a maior parte das pessoas precisa de um mestre. É ele que aponta os caminhos e convida a ir adiante. "Cada avanço traz motivação para um grau mais elevado", explica a professora. "E, quando chegamos lá, temos estímulo para aprender algo mais difícil".
Professor Tempo
É como se aprender fosse uma luta contínua que, quando menos se espera, traz a vitória. Tanto esforço, de repente, termina em amadurecimento e ganha novos significados. Quando a paulistana Susete Morimo começou a praticar caratê, só queria ser faixa preta. Aos 13 anos , treinava uma hora por dia. Quatro anos depois, começou a competir, e a prática se intensificou por seis horas. Nessa época, lutava para vencer - e acabou mesmo campeã paulista de caratê.
Mas o passar dos anos mostrou a Susete que o objetivo do caratê é ir além das vitórias. "O tempo me ensinou que meu grande rival sou eu mesma. "Preciso treinar para melhorar todos os dias", diz. Hoje, aos 49 anos, além de ser faixa preta, Susete acumulou graduações suficientes para virar mestre e passou a formar atletas. Mas ainda não chegou aonde deseja. Descobriu que há algo novo para aprender - até porque, quanto mais longe vai, mais capaz se sente para avançar. "Meu objetivo agora é me aprimorar na filosofia do caratê", conta. Sem pressa. É a luta de todo dia que lhe ensina. O aprendizado não tem fim!
Texto extraído da Revista Sorria (Rede Droga Raia) - edição Agosto/Setembro-2011
Autora: Karina Sérgio Gomes.
Aos 10 anos, Milton Filho se apaixonou. Ela se chamava Zodie: uma bola de metal com a extraordinária capacidade de pairar no ar, como se voasse. Controlar esse poder não era moleza. Aprendiz de mágico, o garoto passava todas as tardes em frente ao espelho, tentando dominar a esfera. "Sentia vontade de desistir, porque não conseguia fazer a Zodie flutuar", conta. Um dia, finalmente ela cedeu. Foi uma explosão de alegria. Aos pulos, saiu correndo para mostrar o passe para a mãe. E, assim, Milton tornou-se mágico oficial das festas de família.
Os truques entraram em sua vida quando o pai, radialista em Belém do Pará, se encantou com a habilidade de um mágico e lhe pediu que ensinasse os segredos a dois de seus oito filhos. Seu irmão logo desistiu, mas Milton seguiu firme. E foi com a bola prateada que ele descobriu que aprender não se parece em nada com um passe de mágica. Pede dedicação, treino, repetição, cansaço. Até hoje, Milton, agora um médico de 61 anos, usa o tempo livre para praticar. "Gosto de fazer as pessoas sonharem a cada truque", explica. Recentemente, comprou cinco jogos de mágica. E continua treinando em frente ao espelho para encantar amigos e familiares,
É que aprender é um processo de esforço contínuo. Estudar algo novo é sempre um desafio. Desestabiliza o pensamento acomodado e força a buscar novas soluções. Por isso, é preciso persistência, paciência, tempo. Principalmente até chegar aos primeiros resultados, que nos enchem de força para prosseguir.
"Quem gosta, persiste", diz Marisa Elias, professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. "Alguns processos exigem técnicas. E é preciso muito treino para, por exemplo, adquirir habilidade com as mãos."
Destrava-Língua
O prazer aliado ao trabalho duro é o que move o empresário paulistano José Peres a falar oito línguas. Filho de espanhóis, ele nasceu em meio ao dialeto catalão que os pais falavam entre si. Na escola, aprendeu francês e latim. Assim que se formou em engenharia química, notou que precisaria também do inglês. Estudou a língua por dois anos, e não demorou veio o convite para trabalhar nos Estados Unidos. Adquiriu fluência. De volta ao Brasil, a empresa onde trabalhava começou a negociar com alemães. Entendiam-se em inglês, mas José ficava intrigado ao ouvir os novos parceiros cochichar entre si. Curioso, aprendeu o suficiente para entender e responder em alemão.Alguns anos depois, começaram as negociações com o Japão. E lá goi José conhecer três alfabetos desses orientais.
Para ele, aprender línguas aumenta as chances nos negócios - e rejuvenesce. Hoje, com 72 anos, sentar-se na carteira para José é voltar a ser jovem. "Quando eu estou na sala de aula, viro um menino. Dá até vontade de jogar bolinha de papel na cabeça do professor", diz. Foi por causa desse prazer que, quando completou 60 anos, voltou a estudar o francês da infância e aprendeu italiano. Agora, dedica uma hora por dia - e duas aulas semanais - a descobrir o mandarim dos chineses. E que não se imagine nisso um talento para ser poliglota: para José, aprender novas línguas nunca foi tarefa fácil. "Não sou autodidata. Estudar, para mim, exige sacrifício. Detesto fazer lição de casa, mas faço. Não perco nenhuma aula porque sei que, se faltar, terei de estudar sozinho duas horas a mais".
José sabe que todo aprendizado exige disciplina. O hábito de estudar também precisa ser ensinado. "Ninguém nasce autodisciplinado", afirma Maria Silva Bacila, professora de pedagogia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. "Isso vem da família e da escola, que impõem hábitos de estudos". Por isso, apesar de cada um desenvolver seu jeito de aprender, a maior parte das pessoas precisa de um mestre. É ele que aponta os caminhos e convida a ir adiante. "Cada avanço traz motivação para um grau mais elevado", explica a professora. "E, quando chegamos lá, temos estímulo para aprender algo mais difícil".
Professor Tempo
É como se aprender fosse uma luta contínua que, quando menos se espera, traz a vitória. Tanto esforço, de repente, termina em amadurecimento e ganha novos significados. Quando a paulistana Susete Morimo começou a praticar caratê, só queria ser faixa preta. Aos 13 anos , treinava uma hora por dia. Quatro anos depois, começou a competir, e a prática se intensificou por seis horas. Nessa época, lutava para vencer - e acabou mesmo campeã paulista de caratê.
Mas o passar dos anos mostrou a Susete que o objetivo do caratê é ir além das vitórias. "O tempo me ensinou que meu grande rival sou eu mesma. "Preciso treinar para melhorar todos os dias", diz. Hoje, aos 49 anos, além de ser faixa preta, Susete acumulou graduações suficientes para virar mestre e passou a formar atletas. Mas ainda não chegou aonde deseja. Descobriu que há algo novo para aprender - até porque, quanto mais longe vai, mais capaz se sente para avançar. "Meu objetivo agora é me aprimorar na filosofia do caratê", conta. Sem pressa. É a luta de todo dia que lhe ensina. O aprendizado não tem fim!
Texto extraído da Revista Sorria (Rede Droga Raia) - edição Agosto/Setembro-2011
Autora: Karina Sérgio Gomes.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O que você deve compartilhar com o RH
Olá!!
Quero sugerir a leitura de um texto muito bom publicado no site da Exame... Vale a pena a leitura!
O que você deve compartilhar com o RH
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-que-voce-deve-compartilhar-com-o-rh?page=1&slug_name=o-que-voce-deve-compartilhar-com-o-rh&utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed
Abraços a todos!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Formação em Coaching - Em Busca de Desenvolvimento
Conclui nesse último final de semana a minha Formação e Certificação Internacional em Coaching Integrado, através do ICI – Integrated Coaching Institute (Rhandy di Stefano e Fatima Abate) - http://www.coachingintegrado.com.br/.
Foram horas de dedicação, entre sala de aula, atividades complementares e principalmente, muita reflexão.
Na minha experiência profissional, já venho utilizando o Processo de Coaching para o Desenvolvimento das Pessoas e comprovadamente, pude conferir resultados extraordinários, com gestores que precisavam melhorar sua performance, com potenciais que estavam sendo preparados para posições futuras na organização, etc.
Ou seja, o que ouvi lá não foi grande novidade para mim no que se refere a conceitos, aplicação e comprovação de sucesso no uso da ferramenta. Mas como esse programa me fez refletir! Refletir sobre minha carreira, minha vida, minhas aspirações, a forma como estou todos os dias focando no desenvolvimento e cumprindo a minha missão de auxiliar as pessoas a se desenvolverem e encontrarem o seu caminho, missão essa que todos os dias faço com muito prazer e realização.
Vou aproveitar esse espaço para compartilhar algumas coisas aprendidas, algumas lições que tirei e também continuar refletindo sobre a importância dessa ferramenta nos dias atuais, onde estamos lidando com a diversidade de gerações, a impaciência das pessoas, a cobrança excessiva por resultados, o desejo de ter uma vida melhor, com mais qualidade...
Quero começar pelo básico, explicando alguns conceitos simples, mas que muitas vezes ainda nos confundem.
COACH – É o profissional que exerce a profissão
COACHING – É o processo de desenvolvimento que o Coach facilita
COACHEE/ CLIENTE – Indivíduo que passa pelo processo de Coaching
Mas e então, o que é realmente COACHING?
“É um processo focado em planos de ação para auxiliar o coachee na realização de suas metas e desejos. As ações são voltadas para o desenvolvimento e/ou aprimoramento de suas próprias competências, equipando-o com ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandir, usando os seguintes processos:
1. Investigação, reflexão e conscientização
2. Descoberta Pessoal dos pontos fracos e das qualidades
3. Aumento da consciência de si
4. Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida
5. Estutura e Foco
6. Feedback realista
7. Apoio
Você já passou por algum processo de Coaching?! Como foi a sua experiência? Se quiser compartilhá-la, deixe uma mensagem ou envie um email para milena_gentil@terra.com.br.
Será ótimo ouvir o que você tem para contar.
Nos próximos posts, continuarei a falar desse assunto.
Abraços!
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