Compartilhar... Aprender... Ensinar... Esse espaço reflete aquilo que penso... as minhas preocupações, as minhas crenças e meus valores... Um pouco do que vejo sobre temas de Vida e Carreira... sobre os desafios de sermos melhores a cada dia, como pessoas e profissionais... Seja bem-vindo!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
O que Limita a sua Carreira?
Há algum tempo, tenho pensado muito num tema que, até pouco tempo atrás, parecia não ser uma preocupação do profissional de RH e que agora passa a “dominar” capas de revistas, livros e artigos em geral: quais competências podem impulsionar a sua carreira, ou ainda o quanto a falta de determinadas competências pode comprometer o seu crescimento e o seu sucesso profissional.
Se pararmos para pensar na evolução da área de RH, observamos que, apesar de ser um processo lento, passamos a ser muito mais requisitados a entender do negócio, a participar de decisões estratégicas e, consequentemente, a “falar” e “ouvir” mais o cliente.
Porém, algumas competências fundamentais para que esse processo ocorra parecem estar impedindo o profissional de RH a ganhar esse importante espaço dentro das organizações. Gostaria de citar alguns exemplos:
- Conhecimento de Matemática Financeira
- Conhecimentos Estatísticos
- Idioma, principalmente o Inglês
- Gestão de Negócios, inlcuindo o entendimento de indicadores de diversas áreas como Vendas, Operações, Qualidade, etc
... E tantos outros que às vezes, não paramos para analisar o quanto são fundamentais para o RH.
Muitas vezes, ficamos presos ao “paradigma” de que é necessário somente saber as técnicas de RH em seus diversos sub-sistemas como Recrutamento & Seleção, Treinamento, Avaliação de Desempenho e esquecemos que, na verdade, fornecemos esses processos para os clientes e não dá para “vender” algo sem conhecer o seu cliente e suas necessidades (ou não é isso que a área de Vendas da sua empresa sempre diz e o que sempre "ensinamos" nos treinamentos que promovemos?)
Quero estudar esse tema. Quero tentar compreender o quanto a falta dessas competências tem limitado os profissionais de RH em tornarem-se mais presentes, participativos e indispensáveis ao negócio.
E você, já enfrentou alguma situação onde a falta de determinada competência atrapalhou o seu crescimento? Ou então, já teve uma grande oportunidade porque tinha uma competência que o destacou dos demais profissionais da sua área?
Compartilhe sua experiência...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O LÍDER E A GERAÇÃO Y
Recentemente, a Revista Época trouxe uma reportagem no mínimo reflexiva sobre o tema Geração Y, que vale a pena comentar aqui: as expectativas dos jovens brasileiros, ou seja, a conhecida Geração Y, com relação ao emprego.
11 mil universitários foram entrevistados em todo o país e a pesquisa constatou que a maioria deles (2 em cada 3 entrevistados), consideram a oportunidade de Treinamento & Desenvolvimento como o principal ponto na hora de escolher um emprego. Ou seja, o que os jovens esperam é encontrar um ambiente onde possam aprender, vivenciar desafios e ser um profissional melhor a cada dia.
E sabe qual é o principal objetivo desse jovem, segundo a pesquisa? Equilibrar a vida pessoal e profissional.
Pronto, está lançado o grande desafio no novo líder, aquele que vai saber conduzir essa geração para o sucesso dos negócios e das empresas: conseguir oferecer constantes oportunidades de desenvolvimento, colocá-los em contato com desafios e ainda assim, ajudá-los a ter uma vida mais saudável, equilibrada...
As organizações, sejam elas pequenas, médias ou grandes, precisam começar a preparar suas lideranças para entender esse novo funcionário, fazer dele um grande realizador dos objetivos da empresa e ainda assim, fazer com que ele sinta satisfação, equilíbrio e crescimento profissional.
Cada vez mais os líderes devem acompanhar essa evolução, atentarem-se para os novos desafios de sua função e se prepararem para lidar com uma geração que sabe o que quer, como quer e quando quer... mas que precisa de orientação, desenvolvimento e desafios.
Estamos preparados para isso? E o RH sabe qual é o seu papel diante disso tudo?
Vale a pena pensar...
terça-feira, 18 de maio de 2010
Palavras-Chave para Líderes
Quem me conhece sabe o quanto tenho paixão em trabalhar no desenvolvimento de lideranças dentro das organizações. Falar sobre gestão, sobre formas de fazer com que as pessoas trabalhem mais felizes e, conseqüentemente, sejam mais produtivas, é um tema que me desperta a atenção desde que comecei a trabalhar em Recursos Humanos, há mais de 11 anos.
E num dia desses, procurando materiais para uma reunião na empresa, encontrei em meus arquivos um vídeo chamado "Palavras-Chave para Líderes". Tive contato com ele há mais ou menos 6 anos... e então, decidi revê-lo... E como ele continua atual, acho que mais atual que nunca!
Como estamos precisando de líderes capazes de se olharem no espelho e se reconhecerem como verdadeiros "desenvolvedores" das pessoas e das organizações.
Decidi compartilhar com vocês... É só clicar no link abaixo e refletir.
http://www.youtube.com/watch?v=QMBACp3myfs
Espero que gostem, que reflitam e que aproveitem os ensinamentos!!
Abraços a todos!!
E num dia desses, procurando materiais para uma reunião na empresa, encontrei em meus arquivos um vídeo chamado "Palavras-Chave para Líderes". Tive contato com ele há mais ou menos 6 anos... e então, decidi revê-lo... E como ele continua atual, acho que mais atual que nunca!
Como estamos precisando de líderes capazes de se olharem no espelho e se reconhecerem como verdadeiros "desenvolvedores" das pessoas e das organizações.
Decidi compartilhar com vocês... É só clicar no link abaixo e refletir.
http://www.youtube.com/watch?v=QMBACp3myfs
Espero que gostem, que reflitam e que aproveitem os ensinamentos!!
Abraços a todos!!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Não há Desenvolvimento sem Feedback
A Revista Ser Mais desse mês traz uma reportagem do consultor Bernardo Leite, sobre um assunto que deveria estar na pauta de todos os gestores: FEEDBACK.
Essa importante ferramenta de desenvolvimento parece que ainda causa medo e desconforto para os líderes, que muitas vezes “fogem” de seus liderados, deixando-os sem um direcionamento, sem uma resposta de realmente estão no caminho certo.
Descrevo aqui alguns trechos dessa reportagem e meu comentários...
Como caminhar na estrada do desenvolvimento sem o apoio de uma métrica indispensável por meio do feedback, tanto dos nossos superiores como clientes, sócios, pares e até conhecidos?
E eu ainda incluiria... por que não pedimos feedback para os nossos liderados?
“Qual a empresa que não se preocupa em saber qual é o feedback do cliente e do mercado?
E se a presença do feedback é indispensável para nosso desenvolvimento profissional e pessoal, é a sua ausência que deve ser alvo da nossa atenção.
Nós, seres humanos, não ficamos sem respostas às nossas expectativas. Se não temos resposta, criamos uma. E geralmente a resposta que criamos é sempre contaminada por circunstâncias desfavoráveis.
Isso quer dizer que a ausência de feedback nos causa sérias dificuldades em geral como, por exemplo no âmbito profissional, nos causa desmotivação, insegurança, baixa auto-estima, entre outros.
Cada gestor, no seu papel de desenvolvedor de pessoas, deve lembrar que toda orientação feita de forma positiva, irá agregar valor tanto para o seu liderado quanto para a empresa, no alcance dos seus objetivos e metas.
Não temos mais tempo a perder, pensando e tentando descobrir aquilo que pode ser facilmente discutido e reorientado.
Comece hoje... marque na sua agenda... tente praticar o feedback pelo menos uma vez por semana... e certamente sua equipe será muito mais produtiva e comprometida com aquilo que está indo bem e aquilo que ainda precisa ser melhorado.
"Lembre-se de que os vencedores fazem aquilo que os perdedores não querem fazer." - H. Jackson Brown Jr
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Os Líderes são Felizes?
Uma reportagem na Revista T&D, edição 162, me chamou a atenção: Paulo Alvarenga, da Crescimentum Consultoria, a qual tenho grande apreço e admiração, fala sobre “A alma da Liderança” e declara: “Líderes são pessoas felizes, pois não dá para ser infeliz e ser um grande líder”.
Confesso que ao ler essa frase, logo de cara, fiquei questionando até que ponto isso fazia sentido. E então comecei a me recordar dos líderes que passaram pela minha vida, dos líderes que conheci e da forma como eles lidavam com as pessoas no ambiente de trabalho. Então, pude constatar que realmente os grandes líderes são pessoas que fazem a diferença na vida e deixam sua marca, não apenas pela suas capacidades técnicas, mas principalmente pela PAIXÃO que colocam em tudo que fazem, pelo brilho nos olhos, pela vontade e determinação em atingir seus objetivos através e para as pessoas.
Quero compartilhar com vocês um trecho dessa reportagem, onde o autor fala sobre a qualidade dos líderes extraordinários:
Primeira Qualidade:
- Dedicam tempo para fazer perguntas a si mesmos;
- Eles refletem sobre: “Quem sou eu”, “O que eu desejo”?
- O líder extraordinário tem “tempo para reflexão diária”.
Segunda Qualidade :
- Têm autoestima elevada;
- Vão além da auto-imagem, que é quando os líderes não se preocupam com o que as pessoas pensam sobre eles.
Terceira Qualidade:
- Acreditam no poder de suas intenções;
- Eles sabem que podem materializar a sua visão.
Quarta Qualidade:
- São ótimos contadores de histórias que têm apelos às pessoas.
Quinta qualidade:
- Quando lhe perguntam a razão do seu sucesso, respondem: “eu tive sorte”; ou eles são religiosos e dizem, “Deus estava ao meu lado ou muitas coincidências aconteceram na minha vida”.
Sexta Qualidade:
- São pessoas felizes, pois não dá para ser infeliz e ser um grande líder.
E você, que está lendo esse texto agora... Identifica-se com essas qualidades? Está se preparando para se tornar / ou se manter um Líder Extraordinário?
Acredito muito que as empresas serão mais competitivas e mais produtivas à medida que tivermos mais líderes extraordinários dirigindo-as.
E acredito também que essa transformação deverá nascer dentro de cada líder, da vontade de ser e fazer diferente, do compromisso com a qualidade de suas competências e do respeito às pessoas.
Se quiser ler a reportagem na íntegra, é só clicar no link abaixo:
http://www.rtd.com.br/
Abraços a todos!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Remuneração - Dicas para Negociar o seu Salário
Aos meus alunos do curso de Remuneração & Benefícios e outras pessoas que estão interessadas no tema...
Segue abaixo o link de um vídeo da consultora Eliana Saad, falando sobre dicas para negociar o seu salário numa entrevista de emprego.
Notem que ela enfatiza muito a questão de considerar a Remuneração como um todo e não somente o valor do salário, assunto que temos discutido muito em sala de aula. Vale a pena assistir!!
http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/negocie-seu-salario-491397.shtml
Abraços a todos!!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Os Executivos e seus Sucessores
Uma pesquisa realizada pela Korn/Ferry e publicada na Revista Você SA deste mês, afirma de 65% dos executivos brasileiros sabem quem assumiria seu lugar, caso deixassem a empresa.
Ao ler esse dado, fiquei pensando um pouco na responsabilidade desses líderes e também de suas equipes de RH para identificar, desenvolver e preparar sucessores para posições-chave dentro das organizações.
Este assunto ainda é muito polêmico e deve ser tratado com muita assertividade dentro das organizações.
É comum encontrarmos pessoas que estão sendo preparadas como sucessores, mas que estão desmotivadas, sem perspectivas, sem o desenvolvimento adequado ou até sendo motivo de “piadas” entre os demais colegas de trabalho.
Na minha opinião, um bom programa de sucessão começa com a credibilidade de todos dentro da organização, com ferramentas adequadas e objetivas de identificação de potencial, com programas focados em desenvolvimento técnico e comportamental e finalmente, com um alto índice de aproveitamento daqueles profissionais que foram preparados.
Claro que é praticamente impossível uma organização “aproveitar” todos os seus potenciais, mas o que não pode acontecer é ter um programa desse tipo onde praticamente todos os high potentials ficam eternamente preenchendo formulários, participando de treinamentos, recebendo informações sobre sua carreira e no fim de tudo, não são promovidos, não vislumbram crescimento e se desmotivam por não sentirem que agregam para as organizações e vice-versa.
Eu acredito muito que uma ferramenta que não pode faltar nesse programa é o Coaching, que auxilia as pessoas a encontrarem os rumos de sua carreira, encontrar respostas para as dificuldades da gestão no dia-a-dia, entre tantos outros objetivos.
Nesse contexto, o papel do RH torna-se cada vez mais essencial, os seus profissionais devem cada vez mais entender as necessidades e o futuro da organização para que possam auxiliar os executivos a fazerem a escolha certa no momento de pensar em seus sucessores e definirem os seus programas de desenvolvimento de forma adequada.
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